Fotos em falta vc acha só na versão em pdf http://1drv.ms/1QKGCPZ

 

 

 

 

Adorei brincar de prostituta ou puta

 

 

 

 

Boneca prostituta

 

 

 

Desde pequena me acostumei que prostituição é uma coisa normal e bacana, e que meu futuro poderia ser puta ou prostituta. Já com cinco anos colocavam às vezes roupas bonitas em mim e me elogiavam: “Que putinha bonitinha!” Assim imaginei que putinha é uma coisa gostosa, boa e elogiável.
Às vezes me chamavam de putinha como apelido, e nunca reparei nada de pejorativo nisso. Gostei, porque foi sempre falado com carinho. Minha mãe nessa época não trabalhava como prostituta, mas várias tias e primas, e elas voltavam em casa alegres, com suas roupas curtíssimas e excitantes, trazendo dinheiro, e foram sempre elogiadas.

 

Foi natural para mim brincar com as primas ou amigas de prostituta. Para isso montávamos uma casinha para bonecas, desnudávamos as bonecas e colocávamos roupas  íntimas,  muitas vezes improvisadas de papel higiênico branco ou cor de rosa. Ken ou outro boneco era o dono das bonecas e elas tinham que dançar nuas, transar ou chupar, e, sobretudo obedecer em tudo o que o Ken mandou. Algumas amigas queriam ter o Ken, mas eu achei muito fastidioso inventar sempre novas coisas para mandar nas bonecas. Achei muito mais interessante, ter uma boneca, que tem que obedecer e fazer todas as coisas difíceis e excitantes, que o Ken mandava. 

Já que não tinha outros bonecos masculinos, as bonecas prostitutas transavam com ursinhos e cachorrinhos de pelúcia, crocodilos e arranhas de borracha, dinossauros e monstros que os primos e os meninos da vizinhança traziam para transarem com as nossas bonecas. Os meninos pagavam com pedras ou folhas de árvores pelo serviço de nossas bonecas.

Esse boneco é muito legal para acostumar uma menina para chupar gostoso

 

 

 

 

Fotos em falta vc acha só na versão em pdf http://1drv.ms/1QKGCPZ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com o tempo as bonecas foram substituídas por nós meninas. Tirávamos as roupas e ficamos de calcinha. Eu já tive calcinhas fio dental, mas as meninas, que não tinham, puxavam as calcinhas para dentro do rego e andavam assim para cima e para baixo, expondo a bunda. Os meninos escolheram uma menina para dançar funk ou axé e pagavam com pedras. Com o tempo eles queriam que todo mundo dance de fio dental e mostre bem a bundinha, e algumas meninas 

Fotos em falta vc acha só na versão em pdf http://1drv.ms/1QKGCPZ

 

 

aceitavam caso que o menino pague com algo que teria um valor e não com pedras. Agora os meninos traziam doces, moedinhas de cinco centavos, ou ofereciam fazer tarefas de casa para nós ou outros favores. Um, dois ou três meninos brincavam de cafetão e dividiam as meninas entre si e ofereciam-nas para os outros. Geralmente fizeram como quando jogavam futebol: tiravam a sorte, quem começaria, e depois cada um escolhia um menina, depois cada um escolhia um segunda menina e assim por diante, até todas as meninas eram distribuídas entre os cafetões. Mas teve também dias, em que as meninas podiam escolher o cafetão, que queriam. Nesses dias tinha às vezes um menino, que possuía quase todas as meninas. 

 

 

Os meninos cafetões ficavam com a maior parte do que ganhávamos, mas sempre sobrou algo para nós meninas. Nós meninas adoramos pintar a boca bem vermelho, e antes de se oferecer a menina se apresentava ao seu cafetão, e às vezes o cafetão pintou o preço, que ele queria, no peito ou na barriga ou na bunda de sua puta. Ás vezes escreveram também a palavra puta na testa ou na barriga ou nos peitos ou na bunda. Gostei muito desse momento de estender a bunda ou barriga ou peito ou testa para o menino cafetão, para ser pintada. Me deu cada vez um calafrio tão caloroso. Faz cócegas gostosas, e me sentia rendida ao menino como uma escrava, e ser escrava, nessa época, achei uma coisa muito empolgante. Adoro, se o cafetão pega um batom e pinta os meus lábios e quem sabe outras partes de meu corpo, ou escreve com o batom em minha pele.

 

 

 

Os meninos cobravam cinco centavos ou algo equivalente como um doce ou um favor por um beijo de língua, que a menina deu, ou pelo direito de o menino poder fuçar com o dedo entre os lábios da buceta de uma menina por um ou dois minutos. Amigos de 13 ou 14 anos, que frequentavam o nosso “puteiro”, gostavam que a menina se escanchasse no colo dele para beijá-lo de língua. 

 

 

 

 

 

 

Se o menino no mesmo tempo queria enfiar um dedo na calcinha para aproveitar a bucetinha aberta, teria que pagar mais 5 centavos, e se e colocasse a outra mão no rego para estimular o cuzinho apalpar a bunda da putinha, teria que pagar em tudo 15 centavos. Nos dias, em que as meninas escolheram o cafetão, aconteceu que um menino muito popular ficava com sete ou oito meninas e ganhava com elas até R$ 5 em uma ou duas horas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cafatão mirim com suas putas e dois clientes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um primo meu, quando teve 13 anos, trouxe certa vez uma menina loira que era totalmente dócil e submissa e fez tudo o que ele queria. Era uma menina da vizinhança dele, com 9 ou 10 anos. Ele colocou nela em lugar de uma calcinha comprada um fio de nylon cor de laranja, que era antes um varal. Fez uma volta ao redor das ancas e puxou o fio entre as pernas, onde ele se enterrou no rego e entre os lábios da bucetinha. Claro que ele, ou seja, ela fez o maior sucesso com essa roupa. Ela era tão dócil que meu primo mandou-a sentar no colo dos meninos ou ficar na frente deles, e ela nem se defendeu se um menino tocou na buceta ou na bunda ou nos peitinhos dela sem pagar nada, como se ela já fosse acostumado com isso a vida toda.

 

 

Depois de algumas semanas ela fez um striptease completo e abriu a xaninha para mostrar o hímen. Mostrou também o cuzinho e nem reclamou quando meu primo animou os meninos para darem tapas na bunda nua da menina. Ele começou a vender tapas: quinze tapas na bunda nua dela por um bombom de garoto. A menina era gordinha e não a achei tão bonita, mas a nossa brincadeira virou um sucesso com a chegada dela, e os meninos começavam a trazer amigos. 

Já faltou espaço na casa da minha prima, onde nos encontramos na maioria das vezes, e um menino conseguiu um galpão de uma escola inacabada, onde a construção foi parada, e onde ele abriu um jeito para entrar no galpão. A loirinha teve que aprender chupar e assim meu primo cobrou 25 centavos ou um bombom pelo serviço. Ela era tão dócil, que meu primo muitas vezes nem dividiu com ela, já que ela podia satisfazer a fome com leitinho de graça. Bastaram-lhe a atenção, que recebiu de todos e os elogios de seu "cafetão",

 

 

 

 

Alguns meninos menores nem eram capazes de doar leite, e participavam só para mostrar que não são medrosos, mas verdadeiros machos. Assim era muito difícil para os outros meninos, que fizeram de cafetão, para alugar as meninas deles. Porque até então fazíamos striptease e dançávamos, mas sem abrir a xaninha ou as nâdegas, sem receber tapas na bunda e sem chupar. Eu fiquei com muito ciúme da loirinha, porque pensei que eu era muito mais bonita e gostosa, e achei uma injustiça, que nunca mais me elogiavam, mas falavam só dela. Aí tomei uma iniciativa, e quando num certo dia me colocavam para dançar, tirei as roupas como já outras vezes, e dancei com as pernas abertas, depois virei, me curvei apresentando a bunda, e abri as nâdegas com as mãos, o que causou um grande aplauso e me encorajou. 

 

 

Aí mostrei uma coisa, que já tinha treinado em casa: a dança em cima de uma garrafa com descida em cima do gargalo dela. Usei uma garrafa de azeite vazia, com um gargalo fino e ainda escorregadio pelo azeite. Cada vez que me agachei mais em cima do gargalo, até encostar com minha bucetinha ou com meu cuzinho nele, os outros gritavam: “Desça, desça.” Foi não muito difícil fazer entrar o gargalo, mas usei o cuzinho, já que era ainda virgem e selada. Sentada em cima da garrafa, com o gargalo firme no meu cuzinho, comecei a mexer com a minha buceta, esfreguei-a, puxei-a e finalmente abri-a completamente. 

O menino, que era meu cafetão de brincadeira, nesse dia, pediu espontaneamente contribuições dos espectadores e arranjou vários objetos. Fiquei surpresa e emocionada com o sucesso. Meu cafetão me mandou ficar empalada na garrafa e falou que eu iria fazer a vontade de quem me alugaria por cinco minutos, e três meninos pagavam pelo direito de sentar perto da minha bucetinha e me mandavam mostrar o hímen e outras coisas. Por enquanto ninguém podia colocar um dedo na minha bucetinha, para não destruir o hímen. Meu cafetão de brincadeira ganhou muito, nesse dia, e no orgulho de ter conseguido ficar melhor do que a loirinha, nem pedi a minha parte.
Mas meu primo mandou à loirinha para fazer o mesmo show, e ela, além disso, continuava chupando, e às vezes ela chupou sentada em cima da garrafa. Assim ela voltou para estar no meio da atenção.

 

Não demorou, e convenceram a mim e também a outras meninas, que teríamos de chupar também. Foi nessa época, que os meninos começavam a brigar pelo direito de poder brincar de cafetão, por eles começavam a ganhar mais, e acabou em que eles dividiram as meninas de uma vez para sempre, cada um de meus primos e alguns amigos ficando com uma ou duas meninas, que foram sorteadas entre eles. Cada menino, inclusive visitantes, tinha o direito de trazer novas meninas, que seriam as prostitutas de quem as trouxe. 

 

 

Eu virei prostituta justamente de meu primo, que era também o dono da loirinha. Agora a competição entre nós duas era acirrada, não somente pela preferência geral, mas também para ser a égua favorita na coudelaria de meu primo. Aí me não ficou outra escolha do que aprender chupar, e uma vez decidida queria logo chupar com todos os requintes para ser melhor do que a loirinha. Comecei a perguntar o meu primo-cafetão, mas ele não explicou direitinho, e assim puxei assunto com minhas primas e tias mais experientes. 

 

 

Chupei desde início com vontade e dedicação. Treinando com meu “cafetão” gostei da porra dele, mas nem todos os meninos tem o mesmo sabor, e na maioria das vezes tinha que esforçar-me. Um dia meu primo-cafetão me disse, que eu chupo bem, mas faço uma face como não gostar, e por isso os colegas dele pediram mais a boca da loirinha, que em todas as tarefas impostas a ela fez a mesma face meiga, dócil e resignada. Tentei melhorar, mas não consegui, até meu primo teve uma ideia: Levou um amigo dele na minha casa e tive que chupa-lo na frente do espelho. Aí vi os trejeitos que fazia e consegui controla-los. Aprendi mostrar entusiasmo na dose certa para não ser considerada uma ninfomaníaca tarada e safada, mas simplesmente uma menina boa, dócil e obediente. A partir desse dia comecei a subir na consideração dos outros.

 

 

 

Mesmo assim consegui manter meu hímen ileso. Às vezes sonhei de um homem rico e bonito, que um dia iria pagar uma boa quantidade para poder me desvirginar. Por isso guardei minha bucetinha, e meu primo e os outros sabiam, que um hímen é um capital importante para uma futura prostituta e o respeitavam. Os meninos cafetões, agora na posse permanente das meninas, ficaram mais requintados. Antes de se oferecer a menina teve que se deitar com as pernas totalmente abertas para o menino a controlar e escrever o preço nela, logo em cima da buceta ou no peito pelo direito de apalpar a frente da menina, e na face pelos beijos, e na bunda pelo direito de apalpar a bunda e o cuzinho. Às vezes os meninos colocaram um preço único para facilitar. Achei o momento de ser etiquetada e apreçada tão excitante, e à noite imaginei às vezes, que seria a puta de um ator, de que gostei muito, e abriria as pernas para ser marcada pela mão dele.

 

 

Agora a loirinha teve ainda uma vantagem: que ela aguentou sem reclamar tapas na bunda. Encorajada pelo sucesso no chupar falei para o meu primo que poderia liberar também a minha bunda. Fiquei surpreendida quando algumas horas mais tarde ele me apresentou um contrato escrito de computador, em que eu tive que assinar que queria receber tapas na bunda nua, e que somente ele decidiria sobre a quantidade certa para me. Foi até regulamentado que eu receberia 10% do lucro, mas que no primeiro ano, enquanto ainda aprender ser submissa no receber os tapas, ainda não ganharia nada. No segundo ano eu seria avaliada por ele e se eu já teria aprendido ser uma puta submissa e obediente para receber tapas, receberia os 10% como a minha parte. Não me interessei muito pelos detalhes e assinei logo.

 

 

 

Não tinha pensado antes, que o contrato me prenderia, mas depois de ter recebido 60 tapas fortes na bunda, que me doíam muito, falei logo com meu primo que agora, conhecendo como é receber tapas na bunda nua, não queria continuar com eles, mas meu primo se negou e exigiu que eu cumprisse o contrato. Discuti e insisti para anular o contrato, mas quando a discussão ficou mais alta, chamou a atenção dos outros, e todos concordaram em que eu teria que cumprir o contrato. Já que não parei de reclamar eles falaram que eu teria que aprender de cumprir os meus deveres e que seria o melhor aprendê-lo logo, e eles me pegaram, tiraram as minhas roupas e me colocavam com a barriga na mesa. Dois meninos me seguraram pelos braços, e outros começavam a bater na minha bunda. Batiam até eu reconheci o contrato e o direito de meu primo de oferecer e alugar a minha bunda para receber tapas, quantas vezes ele quiser.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assim a minha vida continuou, me acostumei ao tratamento e pensava que a vida de uma prostituta deve ser assim e que seria bom para me acostumar quanto antes. Mas com o tempo as novidades perderam seu brilho, e muitos meninos nem apareciam mais. Alguns foram trabalhar, outros se envolviam com o tráfico e drogas, outros preferiam ficar no internet, e um dia meu primo disse que as brincadeiras no galpão 

 

 

 

perderam a graça e que ele me vendeu para um amigo. Eu pensei que seria outro menino que participou das brincadeiras, mas eu nem conhecia o rapaz, quando meu primo me falou o nome dele. Pensei que ele então iria entrar em nossas brincadeiras no galpão, mas ele só chegou para me investigar e me dar alguns tapas na bunda nua para mostrar quem é o novo dono. Ele pagou por me com um celular usado, que novo custava uns R$ 180, mas já que foi roubado lhe renderia só uns R$ 15 ou 20, se vendesse no bairro.
Na investigação antes de ele entregar o celular tive que ficar nua em frente de todos e ele apalpou meus braços, pernas, as costas, a barriga e a bunda. Abriu minha boca, buceta e cuzinho, olhou meu hímen e enfiou o dedo no meu cuzinho e em minha garganta. Perdeu, porém, depois de poucos dias a vontade de participar de nossas brincadeiras e falou que queria me levar para a casa para me conhecer melhor. Nessa época vivia com uma tia, já que minha mãe trabalhava em Guarapari, e tive muita liberdade, já que ninguém cuidou de mim. O rapaz teve 16 anos, e eu 12, e ele falou para eu dormir com ele. Tive medo dele, porque teve um falar rude e grosso, e não respondi nada. Trancou-me no quarto do irmão dele e foi ver a namorada. Transou com ela no quarto dele e depois de ela ter saído chamou-me. Tive que fazer oral com ele, até ele ficou duro de novo. O pau dele teve o sabor da buceta da namorada, mas eu já aprendi mostrar entusiasmo e paixão independente do sabor. Assim consegui satisfazê-lo, e ele me mandou me deitar na cama dele e abrir bem as pernas. Assim perdi o cabaço, que guardei tanto tempo, sem ganhar nada.
A namorada do rapaz começou a ficar de vez em quando na noite com ele, e ele me mandou às vezes em casa ou outras vezes de dormir no quarto do irmão. Este teve 14 anos, e já que teve só uma cama dormi no chão até o menino exigiu do seu irmão o direito de transar comigo em compensação ao que ele me abrigava no quarto. Foi concedido, e o menino falou, que poderia depois ficar na cama dele a noite toda, se eu fosse boa na cama e atendesse bem a ele, e não rolasse na cama quando dormir. Esforcei-me bastante e chupei o cara direitinho, porque era junho e as noites no chão eram bem frias, enquanto ele usou um cobertor e em baixo dele se acumulou um calor aconchegante.

 

 

 

 

 

Certa noite o rapaz me chamou. Levou-me para o quarto, onde estava a namorada. Ela acabou de reclamar que o rapaz depois de transar com ela teve o costume de rolar para o lado e dormir, deixando-a insatisfeita. Ela exigia sempre que o rapaz continuava até ela também gozar, mas ele achava-o muito cansativo. Por isso disse para eu chupar a menina depois de ele transar com ela, até ela gozar. Transou com a morena, uma mulata gostosa e bonita de 15 ou 16 anos, na minha frente, rolou para o lado, e enquanto ele dormiu fungando chupei a bucetinha quente e cheia de porra, mas firme, bonita e de uma cor de rosa bem saturada. Uma vez ela trouxe até um prima dela, o rapaz comeu as duas, e eu tive que chupar até as duas foram satisfeitas.

 

 

 

Na escola já andava a fofoca, que eu seria uma excelente chupadora, e não demorou e amigos de meu dono queriam saber se fosse verdade e pediram para me testar. No início foi concedido por amizade, mas logo o rapaz, que não era bobo, começou a cobrar uma taxa, porque tinha demais gente querendo uma chupadora boa, treinada e submissa de graça.
Em janeiro queria comprar material escolar com a minha tia, mas ela se recusou e fez uma visita ao “meu dono”. Ela alegou que ele estava me explorando como cafetão e por isso seria a responsabilidade dele comprar-me material escolar e outras coisas necessárias. O rapaz se defendeu e explicou que não era cafetão e só me alugava a uns amigos para brincar, cobrando apenas uma taxa simbólica de um ou dois reais. Mas minha tia disse que ela não trabalha duro para sustentar vagabundos e não iria cuidar de uma menina que vive com outro. O rapaz alegou que eu às vezes ainda dormia na casa da tia, mas ela falou que ela só pagaria se eu voltasse em casa. Aí poderia pelo menos ajudar a ela em vez de trabalhar por outros. Não entendi se ela queria que ajudasse em limpar a casa e cuidar de sobrinhos pequenos, ou se ela pensava também que poderia ajudar-lhe fazendo programa junto com ela. Seja como for, ela foi embora e o rapaz disse que se o custo cairia agora por cima dele, eu deveria trabalhar direitinho. Mas ele me prometeu de arranjar o trabalho para mim, e a gente partiria o lucro.
Na noite do seguinte dia ele trouxe um homem adulto, e mandou para eu chupar a ele. Fiz tudo e “meu dono” ficou satisfeito. A partir de agora trouxe de vez em quando homens adultos, além de rapazes e colegas dele. Também me levou de vez em quando para um barzinho, uma festa, um banheiro público ou um outro lugar para eu chupar. Assim a vida continuou; durante o dia fui pra escola, e à noite ajudei ao meu dono para conseguir o custo da minha vida. Alguns meses depois se aproximou o dia do casamento de meu tio, e eu precisava de uma roupa bonita. Quando falei dessa necessidade, o rapaz disse que para extravagâncias não teria dinheiro. Eu chupei talvez na média três pessoas por dia, e os amigos e colegas pagavam um ou dois reais, os adultos cinco. Assim ganhei uns R$ 8 por dia. Cobrou-me R$ 5 por dia pela moradia, do resto ele ficou com dois terços, e um terço, que era mais ou menos um real por dia, ele guardou para cobrir as minhas necessidades como material escolar, produtos higiênicos e roupas. Ele me explicou que para poder comprar uma roupa de festa, eu teria que transar.

 

 

 

Gostei muito de meu tio e também da noiva dele, e por isso faria de tudo para poder ir à festa. No início meu dono alugou só meu cuzinho, porque ele queria a exclusividade de minha bucetinha para si mesmo, mas com o tempo ele se acostumou ao ganho e virou mais cobiçoso e me disse que teria que alugar também a minha xaninha. Recebi cada vez R$ 4, e com dois programas por dia consegui uns R$ 320 por mês, além das R$ 30 pelo serviço de chupadora. Ao outro lado cobraram de mim agora, que ganhava bem, R$ 7 em vez de R$ 5 pela moradia, alegando que era junto com direito de usar roupa de cama, toalhas etc. Na verdade não me deram nunca roupa de cama, mas na maioria das noites dormi na cama com meu dono, o irmão dele ou um amigo deles. Se dormi no chão fiquei sem nada. Mas eles falaram que usei as camas dos irmãos, então usei a roupa de 

cama deles. Também me cobravam pela alimentação R$ 150. Assim dos R$ 320 cobravam R$ 230, mas mesmo assim sobraram R$ 90, bastante para roupa. A roupa para o casamento custou R$ 350, mais o salão de beleza, em tudo R$ 400. Meu dono usou os R$ 90, que ganhei nesse mês e me adiantou os R$ 310, que me faltavam, cobrando juros de 2% por dia. Topei e agradeci por essa ajuda. Mas semanas depois reparei, que 2% ao dia são 60% por mês, então R$ 186 por mês. Isso era mais do que os R$ 90, que ganhei, e assim a dívida cresceu, e os juros caíram no próximo mês por cima do valor aumentado. Para acabar com as minhas dívidas tive que concordar para que meu dono ou o irmão dele me levasse para festas, barzinhos e para a praia para me oferecer e fazer mais programas. Ganhei com cada programa entre R$ 20 e 50, mas tive que entregar a maior parte a eles e fiquei só com R$ 4. Se o irmão me levou de moto, tive também que pagar pelo transporte. Fiquei muito revoltada, porque trabalhei bem e fiz cada dia quatro ou cinco programas, mas as dívidas só cresceram. Me senti enganada, porque não sabia antes de virar prostituta que iria ficar assim. Reparei que os juros iriam acabar comigo e pensei em uma maneira para acabar com a dívida de uma vez. Depois nunca mais iria aceitar um empréstimo desses. Já que eles não sabiam quando eu fazia anal e tudo e ganhei mais, comecei a mentir. Falei que ganhei R$ 30, se na verdade ganhei mais, e escondi o dinheiro que sobrou. A minha dívida era agora já R$ 600, que causou juros de 360 por mês ou R$ 20 por dia. Com cinco programas recebi como a minha parte R$ 20, mas teve que passar uns R$ 5 ao irmão pelos transportes. Três meses depois a dívida chegou a R$ 800, mas eu tinha conseguido cada dia um dinheiro extra, que escondi dos irmãos. Quando somei R$ 800, me apresentei ao meu dono e disse que queria pagar. Ele perguntou logo, de onde teria o dinheiro. Falei que minha tia me deu esse dinheiro, que em parte a minha mãe tinha mandado. Ela trabalhava nessa época em São Paulo. Meu dono me trancou no quarto do irmão.

 

 

 

 

 

 

Uma hora depois ele voltou, bateu em mim, tirou a minha roupa, me fez ajoelhar me na frente do sofá, curvo minha barriga e meus peitos por cima do sofá e se sentou nas minhas costas. Assim ele tinha a minha bunda na sua frente e me deu uma trinta tapas. Senti o peso dele em cima de mim, e apertada no sofá sabia que minha bunda e minhas entradas estavam à disposição dele. Depois ele perguntou de novo, de onde eu teria o dinheiro. Sem jeito repeti a minha mentira e recebi mais 30 tapas. Já que não sabia, que ele tinha falado com a minha tia, achei o mais conveniente de insistir na minha versão. Recebi outra vez trinta tapas, e quando depois só chorei implorando “Me acredita, me acredita,” ele me virou com a barriga para cima e se sentou no meu peito. O irmão segurou as minha pernas e meu dono pegou o meu grelinho com as unhas da mão, puxando aos poucos. Ele falou: “Confessa, sua puta mentirosa, senão vou puxar até o grelo rasgar.” Com a outra mão ele socou na minha buceta, e assim senti que era uma puta perdida, sem valor e mentirosa e confessei tudo. Já que ele não sabia, quanto dinheiro eu furtei, perguntou se eu possuía mais dinheiro ou teria gasto dinheiro furtado. Respondi que não, mas quando ele puxou mais no meu grelinho e socou mais fundo na minha buceta, repetindo sempre a mesma pergunta, pensei que teria que falar um outra coisa e disse que tinha mais R$ 800, que gastei à toa. 

Ele deveria saber, que era uma mentira, já que eu estava sempre sob observação dele, mas ele aceitou a versão e falou que o dinheiro furtado deve ser resposto no valor cinco vezes maior, como multa e castigo. Os supostos R$ 1600 furtados viraram R$ 8 mil dividas. Os juros diários de 2% seriam R$ 160, impossível para uma prostituta menor. Eles me levaram para casas particulares em Vila Velha e Vitória e até na Serra, onde atendi às vezes a vários homens, e assim cheguei a fazer seis ou sete programas por dia, mas as dívidas cresceram. No meu aniversário de 15 anos ganhei um consolador bem grande, que tive que enfiar na frente dos amigos e colegas de meu dono. E pouco tempo depois ele me vendeu.

Desta vez não sabia o preço real, que foi pago, mas meu novo dono, um negro gordo e cheio de tatuagens, me falou que ele tinha que comprar a minha dívida, que seria R$ 15 mil. Ele me disse, que não aceitava um crescimento das dívidas e que eu seria açoitada sem dó, se a divida depois de um mês aumentasse. Perguntei cheia de desespero misturado com raiva, como poderia diminuir a dívida, já que eles me passam só R$ 4 por programa, enquanto os cafetões sugam as meninas até o sangue. Ele me forçou logo para pedir desculpas por essas palavras e solicitar um castigo adequado. Quando não respondi logo me pegou, jogou por cima de seu colo, abriu as minhas pernas e puxou no meu clitóris até eu pedir perdão e solicitar cinquenta tapas na bunda nua. Esse foi meu brinde na casa dele. Depois ele me explicou que ficaria com 10% do que ganharia, até R$ 50. Acima de R$ 50 até R$ 100 receberia 15%, e acima de R$ 100 receberia 20%. Perguntei: “Como alguém pagaria R$ 100 por uma puta menor de favela.” Mas ele explicou que pagariam até muito mais, se eu toparia tudo.

 

 

 

 

 

Eu com 14 anos

 

 

Bom, não tive outra escolha. Ele falou que poderia, se eu for bem obediente, servil e dedicada, cobrar R$ 200 e mais de um cliente. Minha parte seriam então R$ 40. Assim receberia facilmente os 160 R$ para pagar os meus juros e mais algo para pagar a moradia, comida, transporte e mais. Com 200 por dia pagaria tudo, e se ganhar mais poderia até começar a diminuir a dívida. Ele perguntou se eu queria ser uma puta boa e aprender tudo para poder pagar a minha dívida. Claro que não tive opção, tive que dizer de sim.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As meninas mais corajosas ou então mais endividadas e por isso pressionadas pelo cafetão ou por parentes começam já cedo em fazerem programas também nas estradas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Muitas meninas adoram serem amarradas, seja nuas ou vestidas. Elas fazem um verdadeiro assédio aos meninos para serem amarradas e tratadas como putas, uma vez levado o gosto

 

 

 

 

 

Meninas adoram de fantasiar-se de puta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De castigo foi amarrada e liberada por um centavo, seja cuzinho, boca ou outro lugar.  Se um menino apalpou-a três ou mais vezes, ou usou três ou mais vezes a boca dela, pagou arredondado 5 centavos, mas se a usou só uma ou duas vezes, o preço seriam um ou dois centavos, e isso foi arredondado para zero. Assim menino experto podia usá-la de graça. Tais ações contribuiram muito para fazer o nosso jogo popular no bairro, porque em tais dias os meninos ligaram de celular para colegas, para eles não perderem tal oferta, e assim ganhamos novos amigos e fãs.

 

 

 

 

 

 

 

Os meninos cafetões levavam as suas putas de vez em quando para o médico. Um menino deu o médico, uma menina uma enfermeira, e eles fizeram testes e aplicavam aplicativos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Maylin era uma das meninas que participavam em nossas brincadeiras. Já com 14 anos fez programas verdeiras e hoje é uma prostituta dedicada e boa, que faz muito sucesso e é amada pelos clientes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Adorei as brincadeiras, sentia sempre um calafrio gostoso, quando um menino pintava com batom em minha pele e tingia meus lábios. No início meu peitinhos eram tão pequenos que o preço para apalpá-los foi só um centavo. Se um menino apalpou-as três ou mais vezes, pagou arredondado 5 centavos, mas se apalpou só uma ou duas vezes, foi arredondado para zero, isso é, que ele fez de graça.

 

 

 

 

 

 

 

Continue lendo a história de Petala, a puta perfeita, e saiba como ela aprendeu ser uma prostituta menor muito boa e dedicada: Clica aqui http://prostitutaperfeita.webnode.com/prostituta-menor/

 

 
 

 

Continue lendo a história de Petala, a puta perfeita, e saiba como ela aprendeu ser uma prostituta menor muito boa e dedicada: Clica aqui prostitutaperfeita.webnode.com/prostituta-menor/