Prostituta evangélica, sempre submissa e dócil

 

 
 

Um dia tomei uma decisão. Pensei: "A partir de

 hoje vou obedecer em tudo, por mais difícil que seja."

Inspirei-me em outras putas evangélicas

No outro dia arranjou um cliente na praia, que me levou em sua casa. Era solteiro, e reparei pelos CDs dele, que era evangélico. Perguntei a ele, se era, e ele confirmou. “Pois é,” falou. “Vc deve achar estranho, que levei vc para cá, né. Mas minha esposa não era evangélica, e ela me traiu e abandonou. Tenho medo de entrar em outro casamento para não ser traído de novo. A gente investe e não ganha nada em troco. Mas não aguento ficar o tempo todo sem mulher.”
“Mas vc é jovem, vc acha certamente moças em baladas.”
“Mas não gosto de baladas, e também seria pecado.”
“E eu, eu não sou pecado para vc? Sou uma puta, vc vai pra inferno por minha causa.”
Ele riu. “Vc não sabe que a Bíblia diz: Se vc não aguenta, não seduz meninas, mas frequenta uma prostituta. Se vc frequenta prostitutas, vc perde só seu dinheiro, mas se vc seduz outras meninas, vc perde a sua vida eterna.”
“Mas isso não pode ser da Bíblia”, respondi, mas ele me mostrou até o trecho.
“Jesus provavelmente era tão perfeito que não precisava de sexo. Mas eu, se não faço de vez em quando, fico amargo. Começo a pensar o dia todo só em sexo, o que me atrapalha no serviço. Por isso frequento prostitutas. Se fosse um pecado, como alguns teólogos alegam apesar desse verso da Bíblia, peço para Deus me perdoar. De qualquer forma não faço mal a ninguém, porque até ajudo às prostitutas dando trabalho para elas.”
“É verdade, e se vc trata a prostituta como um ser humano, vc faz mais por ela, do que vc imagina. Sabe que na verdade sou também evangélica?”
“Adoro prostitutas evangélicas. Mas vc era evangélica, quando mais nova?”
“Não, na verdade não sou membro de nenhuma igreja, mas há poucos dias frequentei um culto e entreguei a minha vida.”
“Então vc é evangélica agora.”
“Mas sou prostituta.”
“A Bíblia diz, que uma filha de um pastor não pode ser prostituta. Vc é filha de um pastor?”
“Não, não sei nem. Não conheço meu pai.”
“Bom, então não vejo nenhum obstáculo. Mas se vc é evangélica não pode mais mentir, não pode enganar seus clientes, nem seu cafetão ou marido, se tiver, nem furtar, nem cobrar muito caro, nem fazer um trabalho mal, nem rejeitar clientes por sendo velhos, feios ou nojentos. Vc deve amar os seus clientes.”
“Isso é tudo? Só amar os clientes, e certamente ao meu cafetão e os amigos dele.”
“Bom, e vc dev ser submissa em tudo ao seu marido, ao seu cafetão e outros superiores, e aos clientes. Porque se vc tem um cafetão, é ele que te manda transar com clientes. Quer dizer, ele passa a soberania dele temporariamente ao cliente. E nesse momento o cliente é seu superior.”
“Então o cliente pode fazer comigo o que quiser?”
“Só dentro dos limites, que seu cafetão estipula. Afinal de contas, se alguém aluga um carro, também pode fazer só, o que a locatória permite. Não poderia, por exemplo, estragar o carro, a não ser que ele combina-o e paga uma taxa bem maior.”
“Então um cliente poderia combinar com meu cafetão, que ele pode me açoitar.”
“Claro, mas um bom cafetão vai permitir só um açoite de brinquedo, para não estragar a puta, que é uma mercadoria valorosa dele.”
“Mas se o cliente paga muito?”
“Bom, então pode ser. Tem clientes perversos. Não pode ser errado. Afinal de contas o cliente poderia também pagar dez mil e comprar uma puta. Então poderia fazer com ela o que quiser.”
“E a puta tem que ser submissa em tudo isso?”
“Sim, se ela fica ferida ou morre, será uma mártir, o que melhoraria muito as chances dela para chegar ao céu, mas o cliente comete um pecado muito grande.”
“Bom, então vou começar agora e ser totalmente submissa a seus desejos”, falei e comecei a tirar a roupa.
O homem gostou tanto de mim, que pagou por mais tempo, e pediu que contasse mais de mim. Contei o que aconteceu nos últimos dias. Ele disse, que a Bíblia realmente proíbe sexo com animais. Mas que eu não cometi um pecado, porque me recusei, e fui obrigada para transar com os cachorros sob ameaça de castigos terríveis como chibatadas. Se continuassem com as chibatadas, teriam destruído minha pele e assim diminuído a minha beleza, que é um dom e presente de Deus e deve ser protegida e guardada para Deus e meu marido.
“Não tenho marido”, expliquei.
“Bom, na verdade seu cafetão é seu marido, porque ele vive e transa com vc. Já por isso vc tem que ser submissa a ele e ganhar a ele para o evangelho por seu comportamento e espírito manso, bom e submisso. Cafetões têm às vezes muitas mulheres, que para Deus certamente são esposas dele. É considerado errado ter várias esposas, embora que Abraão e muitos outros tinham mais mulheres, mas de qualquer forma o pecado não seria das mulheres, mas do cafetão. Porém, Deus tem seus próprios planos, e quem sabe, um dia vai te mandar seu verdadeiro marido, que ele escolheu para vc. Vc deve pensar nele e guardar sua beleza, porque seu corpo será dele. Se vc não cuida de sua beleza, vc peca contra seu futuro marido.”
“Mas se eu transo com homens casados, isso não é pecado? Eu destruo a família dele.”
“Vc nem conhece a família dele. Quem sabe, vc salva a família dele fazendo-o feliz. De qualquer forma vc vende seu corpo, e vc não é responsável pelo mau uso, que outros fazem. Uma vendedora não peca, se vende cigarros, ou se vende refrigerante e doces a pessoas obesas ou se vende cachaça a um marginal. O pecado é sempre deles, a não ser que a vendedora sabe por exemplo, que é um demente, e que ele vai beber cinco litros de cachaça de uma vez e poderia morrer.”
“Mas tem também casos que a lei proíbe a venda de álcool ou pornôs para crianças. Assim também a lei proíbe por exemplo um adulto transar com uma menor. Se meu cafetão exige, que eu ajude nisso?”
“Olha, se o gerente exige que a vendedora vende uma cachaça para uma criança, a responsabilidade e o possível castigo caiem sobre ele e não sobre a vendedora. Ela obedece simplesmente. Obedeça em tudo, então nunca vai ser errada, a não ser em casos diretamente contra a lei de Deus. Se seu dono te manda para matar uma criança ou de deflorar uma menina pequena em um show, vc pode se recusar com razão e receber o castigo do cafetão com o maior orgulho.”
“Eu poderia também chamar a polícia para não ser castigada, se tiver a chance.”
“Depende. Você não pode chamar a polícia e prejudicar seu próximo para fugir do castigo. Isso seria uma traição contra seu cafetão, que é seu superior e seu marido, que vc deve amar. Mas se vc pensa na criança, que é também seu próximo, seria diferente. Para salvar a criança ou outras crianças seria uma obra boa fazer um cafetão perverso parar. Isso poderia ser um motivo. Aí só o Espírito Santo poderia te orientar em casos tão difíceis. Mas na dúvida obedece sempre.”
Fiquei pensativa e calada. Ele me deu carinho, e dos afagos avançou aos poucos até ele me encheu de novo com sua força. Abri-me toda e gozei com ele, consolada e cheia de gratidão.
Depois ele ainda orou comigo, pediu compaixão e orientação de Deus para mim, e me animou para entregar novamente a minha vida para Deus, e ser paciente. Ele explicou que uma pessoa, que rende a vida a Deus, é no início muito perseguida pelo diabo, porque ele quer que a pessoa se decepcione e abandone logo a fé, enquanto tiver ainda raízes fracas. Por isso eu tive tantos problemas nos últimos dias. Mas eu deveria saber que é obra do diabo, e rejeitar a ele e orar sem parar a Deus, assim o mal se afastaria. Não deveria dar brecha para o mal entrar.

 

Nessa noite dormi na cama de meu dono, e quando ele já dormiu, orei muito, e deste esse dia nunca mais parei em orar muito, até que um dia consegui orar incessantemente.
Mas no outro dia a negona e o negão apareceram. Eles queriam ver me transar com o cachorro. Mandaram em mim, para eu me deitasse no chão e abrisse as pernas. Já que eles não foram meus superiores, fiquei com dúvidas, se fosse certo obedecer. Transar com um cachorro é um pecado, mas se meu superior manda em mim, o pecado cai nele. Mas como seria com terceiros? Me recusei então e eles chamaram um moleque para mandar em mim. Então tirei a roupa e abri as pernas para ser cheirada, lambida e estuprada pelo cão. Todos riram, e a negona pediu ao moleque para colocar a mordaça-pênis em minha boca. Depois de o moleque ir embora, ela instigou o negão contra mim e disse que eu teria o humilhado, porque não obedeci a ele, e eles tiveram que chamar um moleque de treze anos para conseguir o objetivo. E o negão foi nisso e concordou que eles deveriam se vingar. Cochichavam um momento, enquanto eu estava ainda atendendo ao cão, e quando ele me deixou, a negona falou, que eu fui desobediente a ela e que deveria aprender ser obediente, porque ela é uma mulher honrada e eu uma puta suja e nojenta. Não reagi, mas ela me mandou me levantar e tomar banho, porque seria fedorenta. Não queria responder a essas ofensas e nem podia por causa da mordaça enfiada violentamente na minha garganta, e fui para o banheiro. Aí o negão se jogou contra a porta e me fechou com o peso de seu corpo no banheiro, e a negona começou a gritar alto. Todos correram. Ela segurou a mão no olho, chorando, e falou: “A puta me atacou.” O negão confirmou e disse que consegui pegar a puta falsa e perigosa e trancar no banheiro, senão tivesse cravado seus dedos nos olhos de sua namorada. Tiraram-me do banheiro. Não podia falar nada, fui então julgada sem poder defender-me, mas talvez fosse melhor assim, porque se falasse a verdade, iriam abrir as minhas pernas e puxar meu grelinho até que eu “confessar”, que menti e a negona falou a verdade. E dessa maneira meu castigo seria ainda maior. Decidiram, que a negona poderia se vingar, fazendo na noite que vem comigo o que quisesse. Vi como os olhos dela se iluminaram, e ela sorriu triunfante para mim. Ela falou, que queria principalmente me queimar com cigarros, ou velas ou com um soldador. Aí meu dono logo interveio e disse, que fazer o que quiser não incluiria prejudicar a mercadoria tanto, que ela futuramente daria menos lucro. Não poderia tratar partes visíveis como a bunda, a face, a barriga, os peitos e mais com fogo.
“Mas o que posso então queimar?”
“Bom, as partes invisíveis, ou onde a pele é tão crespo que não faz diferença como o grelinho.”
“Toda a xaninha, na verdade,” disse a negona.
“De jeito nenhum, amanhã ela tem quatro clientes marcados. Como ela vai transar?”
“Só o grelinho então? Bom, vou destruir o grelinho tudinho.”
“Mas”, falou o moleque, “vc não prometeu que eu poderia fixar um anel no grelinho dela para brincar de ponygirl?”
O compromisso era, que ela poderia me gravar com o soldador em brasa ao redor do cuzinho. Marcar-me com os iniciais de meus cinco donos, que foram os dois irmãos, os dois moleques e o cachorro. Cinco letras, escondidas no meu rego, mas caindo no olho a quem queria comer meu cuzinho. Depois ela poderia usar o aparelho de eletrochoques, que queima sem destruir a pele, e fazer outras brincadeiras comigo até 8 horas da manhã. A negona convidou alguns rapazes da minha escola para assistirem ao espetáculo gratuito, e me amarraram a canela esquerda no antebraço esquerdo e a canela direita com o antebraço direito e afivelaram os conjuntos nos dois lados do meu pescoço. Assim fiquei totalmente aberta, oferecendo a vagina e sobretudo o cu. Meu ponto mais alto foi o grelinho, que se erigiu ousadamente para cima. A negona propôs, colocar logo o prometido anel no clitóris. Ela tinha uma agulha na bolsa e usou-a para perfurar o meu grelinho. O negão segurou-o com dois alicates finos, e ela perfurou-o bem lento, para eu sofrer mais. Depois não acharam um anel adequado e usaram um anel de um chaveiro, junto com o chaveiro, que era do Flamengo. Para não atrapalhar na gravação, fixaram o chaveiro através de uma corda na cimalha de um armário e assim o grelinho foi puxado para cima e ficou ainda mais exposto.
Depois começou o trabalho da gravação. Já que não acharam um soldador, usaram um prego, que esquentaram numa vela. Já que o prego esquenta, usaram um alicate para segurá-lo. Dessa maneira foi difícil, e eles se revezaram e falaram: “Se a puta soubesse, como e difícil, ela seria mais grata.”
Eu não consegui gritar nem baixinho por causa da mordaça cruel, e deixei as lágrimas fluir e orei para Deus me ajudar e perdoar a esses malfeitores e conquistar os corações deles. A marcação demorou quatro horas. Depois fui totalmente exausta, que nem senti que começaram a transar meu cuzinho para estrear o novo enfeite. A negona reparou que não senti muito e por isso mandou para me darem um banho e comida e café antes de me fixarem como mosca na teia de aranhas. Testaram vários programas, e depois me tiraram de novo para os rapazes, que chegaram, pudessem me estuprar melhor. Depois de eu servir para todos eles, chamaram o cão, e servi de objeto de zombaria, escárnio e desprezo para eles. Depois já passou  uma hora da manhã, e me colocaram de novo na “teia de aranha”. Escolheram o programa “Puta rebelde”, que, como leu a negona no manual, assanha a puta rudemente, e interrompe a excitação com eletrochoques em momentos inadequados, e assim a vítima começa a criar um ódio, que vai ser naturalmente os torturadores e os responsáveis por ela como seu cafetão, dono, marido, pai, tio, tia ou outro parente. Não use o programa, se vc não quer que a puta te odeie, mas se vc se diverte com a rebeldia, ou gosta de fazê-la bem rebelde para submetê-la depois a um programa de reeducação, o “Puta rebelde” é um requisito ideal.
Eles ligaram então esse programa. O consolador começou logo com vibrações fortes como uma grande furadeira, e deixou-me logo com raiva, embora que mesmo assim em certa maneira me excitou. Mas não queria ser excitada por essa gente perversa e na frente de colegas da minhas escola, e não gostei da reação de meu corpo. E quando me tentei resignar com o fato que ficaria excitada mesmo sem querer, um eletrochoque me fez espinotear-me de dores, e ainda sem fôlego e lutando com o vômito e as câimbras me fulminou um segundo choque. Fui submetida a esse programa, e senti a ira em minhas entranhas, embora que queria ser uma menina mansa e boa. Mas a vontade de poder bater nesse povo safado e perverso era tão grande que saiu de meus olhos, e a negona petiscou minhas faces, meu nariz, os peitos e fez de tudo para me provocar ainda mais. Finalmente buscou a agulha e enfiou-a lentamente em meu peito. Sofri demais nessa agonia, e não consegui mais controlar o meu ódio. Aí voltou um rapaz, que tinha saído, e trouxe mais um colega da minha escola, que era dono de um cachorro labrador. Eles me tiraram da “teia de aranha” e me mandaram abrir as pernas no chão. Mas eu rolei e me recusei violentamente, embora que eles me bateram com o açoite para fortalecer o mandamento, mas eu não me abri até eles pegaram minhas pernas e me abriram como uma borboleta e me fixaram assim, pisando em minhas canelas e braços. Os dois rapazes mandaram fizeram o cão para me cheirar e lamber, mas o cão de jeito nenhum queria me estuprar. Esses bobos não sabem, que é necessário adestrar o cão antes, porque uma fêmea humana não é igual a uma cadela, e o cão acha as cadelas mais bonitas e cheirosas do que as putas humanas. Afinal de contas tiraram o pênis de borracha de minha garganta, pegaram o cão com três rapazes e seguraram-no para eu o chupar, mas eu fechei a boca e nem abri, quando eles apertaram o meu queixo com força. Aí a negona pegou meu grelinho com as unhas agudas dela e puxou o até eu ceder e abrir a boca. Mas minha raiva e rebeldia era tão grande, que pensei que poderia uma vez por todos arrancar esse órgão, mas eu não abriria a boca. Seria até bom, ficar sem esse grelo que só serve para me fazer sofrer. Quando a negona reparou a inutilidade, fixaram novamente os grampos e cabos em mim e ligaram o aparelho assim, que ele em vez de choques separados emitiu uma voltagem constante. Aumentaram-na gradativamente, e as dores aumentaram, até os músculos sucumbiram e se contraíram sem controle e a boca se abriu. Enfiavam o pau do cão, e não tive mais outra escolha do que chupar, porque a eletricidade só seria apagada depois de um cão jorrar seu leitinho na minha boca. Mas o cão não gostou e uivou e latiu, e eu tentei de chupar de outra maneira. Depois de muito tempo o cão fez o mesmo como eu, se conformou com seu destino e ficou quieto, e depois de pouco se esvaziou. Me colocaram de volta na “teia da aranha”, e ligaram o programa aleatório, que muda a voltagem aleatoriamente. A puta recebe um choque por cada minuto e meio, e depois do choque o painel da maquina mostra a próxima voltagem. Também tem uma voz anunciando-a. Assim a puta já sabe, se o próximo choque vai ser mais forte ou mais fraco, e se aflita de medo e horror. Os outros festejavam, se apareceu um número alto, e suspiravam, se fui um número baixo. O consolador ficou de fora, mas os outros enfiavam um ou mais dedos, para sentir como uma buceta se contrai sob o efeito dos eletrochoques. Assim se sentiram mais dentro do sofrimento e evidentemente adoravam essa experiência. Quando todos estavam cansados, me enfiaram uma haste de plástico de um pirulito grande na uretra, o que é doloroso e extremamente humilhante. Fizeram fotos assim, e depois enfiaram também o consolador amarelo. Mudaram o aparelho para o programa “Escrava apaixonada”, que já conhecia, e foram dormir. Em relação aos outros programas esse era um alívio, porque excita a vítima, e assim ela não sente tanto as dores. Só o relativo alívio fica toda hora interrompido pelo eletrochoque. Além disso, a haste na minha uretra começou a doer e arder, e também estive depois de tantas horas cheio de xixi e não podia me aliviar por causa do consolador grande e da haste. Às vezes nem consegui mais reter o xixi, e soltei os músculos, mas não saiu nada, e doeu até muito. Apesar de tudo isso, com o passar do tempo, comecei a molhar e me excitar, e teve fantasias de os rapazes me estuprarem, e a negona com sua pele escura e brilhante me beijar e enfiar dedos. De repente a negona voltou, e soltou as cordas das mãos até que fiquei deitada com as pernas abertas no chão. Ela soltou a mordaça e se sentou na minha boca. Não usou calcinha em baixo da camisola, e eu comecei logo a chupar. Por mais estranha que seja, senti uma atração enorme e uma gratidão de poder ser digna de chupar a buceta dessa negona poderosa. Ela começou a mexer a bacia, e meu nariz entrou no rego e quase no cuzinho dela, e às vezes quase corri risco de ficar sem ar, tanto que ela apertou a suas partes lubrificadas em meu rosto.  De vez em quando me deu tapas, e em todo o tempo o aparelho continuou ligado estimulando a minha buceta e me dando eletrochoques para estremecer toda. Senti os pingos saindo da buceta dela, e lambi-os como se fossem presentes preciosos. Mas de repente senti um jorro. Será que ela estava gozando? Mas aí reconheci que era xixi, que encheu a minha boca. Com a mão ela fechou meu nariz e mandou: “Bebe, cadela.” Bebi tudo e senti ainda mais forte esse sentimento estranho de gratidão. Mesmo assim uma parte do xixi transbordou e correu pelas faces e pelo queixo no pescoço e nos cabelos e no chão. Ainda sentada em minha face ela soltou o consolador amarelo e puxou a hastezinha em minha uretra. Não sei se ela queria me chupar ou enfiar algo ou bater em minha xaninha. Mas o xixi, que já tinha escapado de meu controle bem antes, e era só segurado pela haste, saiu como uma pequena fonte. Reganhei o controle à força para parar o jorro, mas aí ela começou a bater em minha xaninha e me chamar de porca suja. Com isso nem consegui mais controlar o mijo e ele saiu em um esguicho alto. Quando viu que não teve jeito, ela enfiou os dedos, apertou minha uretra até o esguicho mudo a direção e subiu alto e caiu em cima de mim mesma. O alívio de poder mijar era tão grande, que nem parei e me esvaziei toda, uma vez que já começara e ganharia o castigo de qualquer forma. Mas quando chegou o próximo eletrochoque, me lembrei que fiz errado, porque em uma puta molhada o efeito é muito maior, como eu já deveria ter sabido. Agora era tarde demais. Gritei tanto que ela logo se sentou novamente em minha face para abafar os gritos. Virou-se para eu chupar seu cuzinho, enquanto meu nariz mergulhou na buceta lubrificada e mijada dela. Amei essa negona e chupei com toda a paixão, não entendi a mim mesma. Tremi de paixão e emoção. De repente senti, como o cu se abriu, e ela cagou em minha boca. Senti novamente essa gratidão absurda mas o nojo era tão grande, que não consegui engolir, embora que ela certamente esperava que uma escrava e puta boa faria isso, e fiquei com a massa na boca. “Estende a língua”, ouvi a voz dela, e quando obedeci mecanicamente, ela pegou-a com um pano entre os dedos. Depois mudou e usou o alicate para a segurar, soltou um grampo de crocodilo do meu peito e colocou o na língua. O eletrochoque me fez ver relâmpagos e estrelas na minha cabeça, e toda a garganta queimou e ficou atordoado. Ela riu e continuou segurando a minha língua, até o próximo choque me atingir. Tremi de dores e agonia. “Vc quer ser a minha escrava e puta obediente e submissa?” perguntou. Tentei falar sim, mas com a língua brutalmente puxada para fora e a boca cheia de massa e ainda a garganta entorpecida pelo uso demorado da mordaça-pênis e dos eletrochoques não consegui responder. Só saiu um ruído, e ela não sabia se foi um sim ou um não. Ela continuou perguntando, mas aí chegou o próximo choque e me roubou o fôlego. Comecei desesperadamente a engolir um pouco da massa nojenta, para poder falar, mas já chegou o próximo golpe elétrico. Tentei fazer de sim com a cabeça, mas ela segurou a minha língua tão brutalmente, que nem consegui mexer a cabeça. “Vc quer que te faço a minha cadela? Vou te fazer a cadela e puta de todos na escola, no bairro, aah, puta, responde que vc quer isso...” Tentei de novo, mas chegou outro choque. Depois tentei engolir mais um pouco, mas de repente a negona me enfiou novamente a mordaça-pênis, que passou pelo cocô brejeiro, apertou o para todos os cantos da minha boca e para dentro da garganta e fechou a minha boca pelo resto da noite. No enfiar da mordaça soltou também a minha língua e agora podia fazer de sim com a cabeça. Cheia de entusiasmo e submissão mexi com a cabeça.
“Vc quer ser minha puta obediente e ser estuprada por todos os meninos da escola”, perguntou e feliz por puder servir a ela fiz fortemente de sim com a cabeça.
“Vc quer sentir me em vc, puta?”
Fiz novamente de sim.
“Queria apalpar vc toda”, falou e esforçou a sua mão até ela toda entrou na minha vagina escorregadia. Era um sentimento tão estranho, como se eu fosse uma boneca tipo fantoche, onde a pessoa enfia a mão e faz ela se mexer. A menina avançou e me fez mexer-me sem querer, ou de dores, quando ela bateu contra o útero. Escrutou e fuçou todos os cantinhos mais escondidos de mim, e cada vez que um eletrochoque me abalou, a minha buceta tentou-se de contrair, mas ficou impedida dolorosamente.
“Vc gosta disso, né, cadela?”
Fiz novamente veemente de sim.
Ela sorriu e mergulhou em um pensamento, mas a mão se mexeu em mim, mesmo esquecida pela dona. De repente ela deitou a cabeça em meu colo aberto e torturado, a mão ainda enfiada, fechou os olhos e dormiu, e a boca dela teve ainda o sorriso doce.

 

Uma puta evangélica boa ora por seus clientes e seu cafetão

Poucos dias depois me levaram para um clube bem escondido, que não implicou com minha idade. Agora iria trabalhar três noites nesse clube. Ganhei bem, e tive um trabalho mais fácil. Claro que tinha às vezes clientes que pagaram bem para me amarrar e torturar, mas não era muito, e de qualquer forma nunca me torturavam tanto como os moleques e seus amigos. Às vezes homens me alugavam por uma hora, que queriam só falar, outros que queriam que me sente na face deles. Me chupavam até que fiquei toda lubrificada e gozava na boca deles. Era muito gostoso, trabalhar assim. Era muito querida e buscada entre os clientes, e eles sabiam valorizar uma puta, que trabalha bem e com amor e paixão e faz os desejos dos homens.

Uma puta evangélica boa não reclama mas agradece pela educação útil

Um dia um cliente, ao abrir a bolsa depois do programa para me dar uma gorjeta, deixou cair uma Bíblia e outras coisas. Corri para ajudar e pegar os objetos, e descobri que devem ser de um pastor. Até esse momento não tive clientes, que são pastores, ao que sabia – porque os pastores não gostam que a puta saiba da profissão deles. Os padres são mais ousados, entram roupas pretas no prostíbulo ou convidam uma puta de rua para entrar no carro, onde ficam de roupa de serviço. Acho que eles querem mostrar que tem desejos saudáveis e não são homossexuais ou pederastas. Falei com reverência: “O senhor é pastor.”
“Sim,” ele falou chateado.   
“Adoro pastores. Queria ser evangélica. Entreguei a minha vida há duas semanas em um culto. Mas não sou batizada nem membro de uma igreja, nem sei se uma igreja me aceitaria.”
“Muitas igrejas tem ex-prostitutas, que até são muito ativas na evangelização.”
“Mas não sou ex-prostituta, sou prostituta.”
“Bom, mas vc deve parar de prostituir-se. Deus vai te dar um novo trabalho. As igrejas ajudam também.”
“Mas tenho um cafetão e ele é meu superior. Tenho que ser submissa a ele, e ele não quer que eu pare. Pelo contrário, ele quer que eu faça muito dinheiro para ele. Desde que virei evangélica tentei amar a ele, embora ele é um homem ruim, para ganhar a alma dele através de minha conduta mansa e submissa.”

Uma puta evangélica boa sabe que ela existe para agradar

 aos clientes e aos seus superiores como o cafetão

“Pois é. Mas prostituição não é um ambiente muito bom para uma moça evangélica.”
“Sei. Mas tenho que obedecer, né. Se uma menina obedece, não pode ser pecado, o que ela faz. Não quero pecar e ser insubmissa ao meu superior. Moro também na casa de meu cafetão e ele transa comigo. É então praticamente meu marido, e eu sua esposa. Tenho que ser submissa e mansa.”
“Se Deus te chamar para uma outra profissão, ele vai abrir as portas. Seja paciente e continua ser boa, mansa e submissa, Deus vai se lembrar de te com carinho, se vc ora e confia nele. E mostra essa mansidão e submissão aos seus próximos e superiores. Esse é o melhor enfeite para uma moça evangélica.”

“Mas eu tenho que obedecer cegamente em tudo?”
“Respeita a hierarquia. Se um soldado tem acima de si um tenente, que fala, que ele deve vestir uniforme preta, e o coronel manda para vestir uniforme branca, ele obedece ao coronel. Pode acontecer, que o coronel fica longe e o sargento manda logo colocar uniforme preta, o soldado sabe que isso é errado, mas se o tenente insiste, ele obedece, e o pecado cai por cima do tenente e não do soldado. Mas tem coisas, que valem mesmo, se o coronel fica longe, digamos, conceitos éticos como não matar ou estuprar crianças e mulheres. Se vc fosse um soldado de Hitler e um tenente mandasse para matar meninas judaicas, vc deveria se recusar com firmeza e ser pronto par morrer por essa convicção.”

“E para prostitutas vale a mesma coisa?”
“Sim, e o supremo general é Deus. Por exemplo, se vc engravida e seu cafetão exige para fazer aborto, vc deve se recusar, porque Deus proíbe-o. E Deus está presente, provavelmente vc em tais momentos ouve a voz dele no coração. Mas se seu cafetão te bate e leva à força para um médico, vc não tem culpa, o pecado cai por cima deles.”
“Quem poderia saber sempre, o que é certo. A Bíblia não traz tais exemplos.”
“Ela é antiga, mas traz muitos exemplos. Basta interpretá-los e aplicar para a vida de hoje. Ouça programas evangélicos ou até católicos no rádio. Mas realmente seria bom ter também uma igreja. Vc deveria falar com seu cafetão para ele te permitir frequentar uma igreja. Ela vai te ensinar muito e te fortalecer na fé, e vc vai ganhar amigos evangélicos.”


“Duvido que muitos evangélicos quisessem uma amiga prostituta.”
“Talvez vc tenha razão. Melhor que vc visite igrejas incógnita. Onde ninguém te conhece. Se vc quiser, na minha igreja seria bem vinda. Vai ouvir a palavra, orar com os irmãos, cantar louvores, e tomar a santa ceia, e tudo isso te ajudará para continuar ser crente intimamente ligada ao nosso senhor Jesus.”
“Não sou evangélica ainda, não sou batizada, nem poderia participar da Santa Ceia.”
“Mas vc confia no Senhor Jesus?”
“Confio nele, entreguei a minha vida a ele e amo a ele profundamente. Provo isso com o fato que obedeço com alegria a homens ruins e cruéis, meus superiores, porque ele me ama e pediu para obedecer às respectivas autoridades.”
“Bom, não tem uma piscina aqui, mas se vc quiser, te batizo logo no chuveiro.”
“Quero, quero muito.”





O pastor me disse que poderia vir sempre que quiser para participar nos cultos da igreja dele. Eu perguntei se não seria inconveniente, porque teria mais liberdade nos dias que trabalho livre, buscando clientes na Rodovia do Sol, ao lado da praia. Mas nesses dias teria uma vestimenta muito vulgar. Ele disse que já aconteceu, que moradores de ruas, entre eles tb prostitutas, entraram na igreja. Mas de qualquer forma poderia colocar uma saia das uniformes da recepção e uma camisa no armário de seu escritório. Poderia antes do culto passar pelo escritório e 
trocar as roupas: “Uma vez que á fui seu cliente, certamente não teria vergonha de trocar a roupa na minha presença.”
“Mas visto calcinha fio dental bem de puta mesmo. Não teria problema no culto?”
“Não tem problema, o que vc tem em baixo da saia ninguém vê. Muitas das nossas mulheres andam assim aos pedidos dos próprios maridos. Quanto mais crente e submissa, mais ela vai fazer a vontade do esposo. A roupa decente não se veste por causa de Deus, porque ele já te conhece nua, mas se coloca para não seduzir os outros, para todos se puderem concentrar na palavra de Deus. Mas ao outro lado, se a calcinha te lembra de seu trabalho ou é suja, porque já trabalhou muito nesse dia, tira-a.”


“Não é pecado estar no culto sem calcinha?”
“Se fosse pecado, todas as grandes mulheres da história religiosa seriam ferradas. Maria, Maria Madalena, Rute, Débora, Rebecca, as santas da igreja católica, fundadoras de igrejas evangélicas, e muito mais. Porque todas foram sem calcinha para os cultos, e nem Jesus as criticou sequer. A calcinha é uma invenção do século 19.”
“Meu sonho é estar um dia lá na frente e cantar louvor. Será que tem jeito?”
“Olha, sou pastor e não líder do louvor, para entrar no grupo de louvor teria que participar dos ensaios e conhecer o pessoal, para eles te escalarem. Se vc tivesse mesmo dom, poderia cantar uma vez uma música com playback. Quem sabe, vou dar um jeito em um ponto de missão ou quando a gente faz uma missão para prostitutas na rua ou ... vou pensar.”

 

Uma puta evangélica boa chupa e engole com alegria

Dois dias depois me levaram para outro teste mensal. Já passou bem mais do que um mês, mas por minha insurreição não fora possível fazer o teste antes. Orei na noite antes e nos minutos antes do teste e até quando chupar para eu ser mansa e submissa para mostrar aos presentes que sou uma menina boa e educada e agradável, e pediu a Deus que passasse o teste. Como sempre mexeram muito com minha bunda descobriram logo a gravação, as letras marcadas ao redor de meu cuzinho. Quando chegaram a saber que são os iniciais de meus donos, incluindo um cão, eles se divertiram demais, enfiavam dedos e gritaram: “Nossa, que puta quente, a gravação fez sucesso. Agora ela é realmente muito mais puta. Uma verdadeira máquina de transar! Nossa, que buraco gostoso.”

Me deram também muitas tapas, apalparam meus peitos e fizeram de tudo comigo. Meu dono teve a certeza, que eles não me deixariam passar o teste, porque assim no mês que vem poder-se-iam divertir mais uma vez ao meu custo. Mas não sei, se eles foram estúpidos demais para entender, que deveriam votar em não, ou se Deus me ajudou: Eles se entusiasmaram tanto com essa zombaria, que uma menina gravada com ferro quente chupa e transa muito melhor, que não voltaram para trás. Depois de eu ter chupado a todos, gritaram: “A melhor puta do mundo!”
Alguns poucos até lembravam para votar em não, para eu continuar na aprendizagem, mas os outros me jogaram no chão, me enrabaram e gritaram: “100% melhor ! O melhor cuzinho do mundo! Uma delícia impagável.” E logo que o primeiro rapaz se derramou em meu cuzinho gritou: “Gente, para mim essa cadela já passou o teste. Já é uma puta feita.”
Assim a grande maioria votou a favor e passei o teste. Afinal de contas era uma puta reconhecida. Senti um alívio, até uma felicidade e agradeci a Deus.

 

Nas pausas e depois das aulas ela tem que servir para a turma se divertir.

 

Sendo abusada na pausa ou depois da escola, me deixaram muitas vezes com roupas rasgadas, calcinha furtada, e cheia de porra, e em casa recebi muitas vezes uma surra por isso.
 

Nas próximas semanas minha vida continuou assim, três dias no clube e os outros dias com clientes marcados ou fazer ponto na praia ao longo da Rodovia do Sol. Com o tempo tive mais clientes marcados e faltei muito na escola, mas nem tive saudade da escola, porque fui muito estuprada e nas pausas tive que chupar sem parar, porque os dois meninos e também a negona se consideravam meu cafetão e mandaram em mim e me levaram para o banheiro ou outros cantinhos. Eles gabaram-se de ter uma prostituta e me ofereceram de graça para subir na estimação dos outros, ou pediram uma contribuição pequena com 25 ou 50 centavos. Considerando que muitas meninas das escolas municipais e estaduais viram prostitutas ou putas, o currículo deveria trazer também matérias que servem para elas. Acho que nos últimos anos não aprendi nada que serve para minha profissão. Por isso a escola não me fez falta.

Andei de minissaia, mas muitas vezes sem calcinha


Algumas semanas depois um cliente, que gostou muito de mim, entrou em contato com meu cafetão. Ele era de Brasília e fez férias em Guarapari e frequentava o clube já faz anos por causa das meninas novinhas e gostosas. Ele queria me levar para Brasília para servir em uma casa noturna frequentada por gente rica como políticos, juízes, funcionários públicos, estelionatários e outra gente semelhante. Meu cafetão, ouvindo a palavra “gente rica” exigiu logo R$ 50 mil, o que correspondia a minhas dívidas mais dez mil lucro, mas o outro não quis pagar tanto. Por isso combinavam que eu seria alugada por um ano, e que meu dono receberia 50% de tudo, que eu ganharia, com um mínimo garantido de três mil por mês. Meu dono recebeu cinco mil antecipado e investiu uma parte logo para arranjar duas negrinhas de doze e treze anos. Já que negrinhas não valem muito, falou para eu lhe arranjar no mínimo uma menina entre minhas primas ou amigas. Fiquei com dúvidas, se fosse um pecado empurrar uma menor na prostituição, e falei com o pastor a respeito. Ele respondeu: “O governo proíbe prostituição infantil e exploração de menores. Se vc fá-la prostituta, é um pecado, porque deve obedecer às autoridades.”
“Bom, prostituta ela já é, pelo menos ela faz de vez em quando programa para poder ter um celular ou ir com o namorado para balada.”
“Ela já é? E quem cuida dela? Os pais sabem? Ela tem um cafetão?”
“Não, ela não tem pai, a mãe trabalha como empregada e vive com os patrões em Vitória e ela conta ao padrasto, que faz um bico vendendo sorvete na praia.”
“Meu Deus, que perversão. Ela vive totalmente enredada no pecado. Daqui a pouco também o padrasto vai aproveitá-la. Nesse caso vc faz até um bem, se vc leva-a a seu cafetão, porque então a safadeza e morosidade acabarão e ela vai aprender a obedecer e trabalhar. Agora ela se prostitui por safadeza, no futuro vai fazer programa porque será obediente, mansa e boa. Muito melhor.”
Assim levei a minha prima para o meu cafetão.

 

 

 

 

 

 

Em Brasília as putas novas receberam um treinamento para poderem se comportar adequadamente na frente de políticos e outros poderosos


Dois dias depois fui para Brasília. Depois de um rápido tirocínio para eu aprender lidar com gente “fina”, me permitiram trabalhar em um prostíbulo não público, que é frequentado por pessoas, que a conhecem por propaganda oral. Conheci políticos de todos os partidos, lideres religiosos, bancários, empresários, altos funcionários, juízes, delegados, artistas e criminosos de alta escala. Frequentemente algumas meninas foram levadas para casas dos clientes, para uma festa ou somente para a cama. Esse tipo de gente gosta de meninas muito novas, mas além disso tem as mais variadas preferências. Uns gostam de açoitar e torturar as meninas, e durante esse ano sei de duas meninas que morreram em sessões de tortura, outras são bonzinhos com as meninas e vc jamais imagina que a mesma pessoa furta milhões do cofre público e engana o povo, e muito gostam de serem amarrados e açoitados pelas meninas. Se ganha bem, embora que a vida é cara em Brasília. Mas eu não moro lá, não comprei nada, não aluguei uma casa, dormi no prostíbulo e só comi. Ganhei sem muito sofrimento R$ 4 mil por dia, porque obedeci em tudo e os políticos me adoravam. Disso era a metade para meu cafetão, e 20% dessa parte seriam meu. R$ 800, deu para pagar os juros diários. Além disso, recebi gorjetas, e ao contrario dos costumes em minha cidade na Brasília as gorjetas e presentes ficam com as meninas. Teve também clientes, que trouxeram flores ou animais de pelúcia ou bonecas. Até hoje guardei um ursinho, que recebi de um dos mais importantes ministros do governo. Informei meu dono, que na Brasília as gorjetas ficam com as meninas, mas ele respondeu, que isso não libera a puta de seu contrato com seu dono. Eu ficaria só com 20%. Com essa parte que me ficou comecei a pagar a minha dívida com meu dono. Sendo totalmente dócil e submissa e sendo o povo em Brasília generoso com as putas, porque eles roubam muito, e dinheiro sujo se gasta sempre com generosidade, recebi entre R$ 100 e mil por dia em gorjetas, sendo a minha parte R$ 20 até R$ 200. Além disso paguei as dívidas com o puteiro em Brasília que eram R$ 2 mil pelo transporte, R$ 2 mil pelo passaporte falsificado, em que eu já tive 18 anos, e R$ dois mil pelos três dias curso de comportamento e conduta para putas menores frente a políticos e outro homens importante.
A banca evangélica me assustou um pouco. Tem lá pessoas muito bacanas, até fiz amizades. Mas tem também evangélicos extremamente exigentes, fazendo coisas absurdas com as meninas, exigindo submissão total das meninas e também das esposas, porque muitos levam as novinhas para a cama do casal. Alguns têm verdadeira fé, outros só riem sobre as minhas crendices, se eu conto que sou crente. Um deles, que é crente e generoso, me levou até para uma igreja, e podia ficar no culto ao lado dele. Inclusive me comprou um vestido longo, mas muito excitante, no estilo das jovens da Assembleia de Deus, sapatos de salto bem alto e uma corrente com uma cruz, que uso até hoje.
Outro perguntou pelo significado da gravação ao redor do meu cuzinho, e quando expliquei, adicionei: “Mas na verdade falta o dono principal, que gosto mais.”
“É a mãe T., a chefe do puteiro?”
“Não, é o senhor Jesus.”
“Uai, vc é crente?”
Contei a minha história e ele gostou muito. Ele me incentivou para gravar também o nome de Jesus em mim, para ele não faltar. Mas não queria ser gravado com fogo de novo, o sofrimento é demais. Por isso ele me propôs uma tatuagem. 

Ele mesmo se ofereceu em fazer a tatuagem, para eu não precisar sair do serviço. Sendo Jesus um dono justo e muito maior do que os rapazes de minha cidade, não quis colocar o nome dele junto com estes, nem perto de meu cuzinho. Reservei o melhor lugar para meu Senhor, logo em cima de meu grelinho. Normalmente até as calcinhas minúsculas das prostitutas cobrem as letras, porque propaganda religiosa em prostíbulos não é muito bem aceita. Também tem clientes que temem que uma puta religiosa tem receios em topar certas formas de sexo e vão optar por outras meninas. Mas quando o cliente me desveste, ele descobre o nome de Jesus, e alguns perguntam até e assim tenho oportunidade de dar um testemunho. Infelizmente o deputado evangélico não gravou muito bem, mas ele fê-lo com amor e boa vontade para ajudar. Assim as letras tortas lembram também de meu caminho torto até virar realmente uma evangélica. Gostaria muito de trabalhar mais uma vez em Brasília, mas eles querem sempre meninas mais novas e outros rostos. Voltei para meu dono. Em um ano diminui as minhas dívidas de R$ 40 mil a R$ 7 mil, além de pagar os seis mil em Brasília. Para pagar os juros desses 7 mil, preciso de R$ 140 ao dia. Se faço só programas normais, ganhando na praia R$ 30 ou 40, receberia só 10% do valor, então R$ 3 ou 4, e nunca chegaria a pagar 140. Mas tem dias que me levam a uma casa, que vários amigos me abusam, batem, açoitam e estupram, e uma noite ou oito horas sem limites custam R$ 1300. Desse valor ganho 20%, então R$ 260. Consegui pagar os juros, o aluguel, a comida, transportes e os outros custos, que meu cafetão inventa às vezes, se meu lucro aumenta.

 

 

 

 

 

 

 

 


Deus me deu uma chance de testemunhar e mostrar ao mundo a força de minha fé e quanto amor tenho agora no meu coração, graças a Ele: Quando voltei em casa, certa noite, recebi a notícia que meu dono e o irmão mais novo dele foram presos. Tudo por causa de uma piriguete loirinha novinha de mal 14 anos, que queria namorar com o irmão mais novo de meu dono. Uma dessas meninas safadas de classe média, que andam roubando os homens da gente. Ela ficou fascinada com o jeito cafetão dele e se apaixonou, disposta de virar puta dele.


Ela assinou até um contrato parecido com o que eu assinei, que queria aprender  ser uma garota boa, educada, mansa e treinada em atender aos desejos de homens, para ter muito sucesso, e por aí. Mas quando ela foi levada certa vez para atender a um grupo de homens bem velhos, ele se recusou, e açoitada, colocada na “teia de aranha” e trancada depois três dias num quarto, com consoladores e mordaça-pênis. Não sei, se eles escolheram um programa de eletrochoques errado ou se o caráter dessa piranha é tão ruim, o que sei é que ela falou que agora seria totalmente obediente, mas depois de alguns dias ela fugiu.



O tio dela tem um amigo que é delegado, e não demorou e os dois foram presos. O mais novo, sendo ele menor, voltou depois de dois dias, mas o outro ficou preso mesmo. Das sete prostitutas, que eles tinham, cinco abandonaram os dois irmãos e sumiram. Eu fiz a minha parte e falei com elas, que essa seria a chance de provar bom caráter, continuando trabalhando do mesmo jeito, mesmo sem o dono presente. Porque dever-nos-íamos responsabilizar  pelos custos deles, como casa, carro, advogado e mais. Mas quando o irmão mais novo voltou, quatro prostitutas já não apareceram mais.


O irmão brigou conosco, que nós não cuidamos delas e nem soubemos, para onde elas foram, e nós três tivemos que tirar a roupa e oferecer a bunda para receber chibatadas. Trinta para as duas colegas e cinquenta para mim, e ele nem disse, por que eu mereceria mais. Uma das colegas não gostou disso e sumiu na noite. A outra colega teve só 13 anos, embora com um visual e corpinho de 14 ou 15, e eu cuidei muito bem dela. Saímos para fazer programas e cada manhã e noite oramos pela libertação de nosso dono. Ela já conhecia cultos evangélicos, mas quando ela teve oito anos, vivia com o padastro, que era católico, e foi com ele pra missa. Desde que virou prostituta não frequentou mais igrejas, mas senti que seria a minha responsabilidade evangelizá-la.

 

O irmão conseguiu um advogado, e nós duas sozinhas conseguimos o dinheiro para ele. O advogado, com o tempo, conseguiu para a gente poder fazer visitas na prisão. Usei o passaporte de Brasília, segundo dele já tive 19 anos, e levei a pequena comigo. Os presos, no quadro, fizeram barracas de cobertores e lençóis, para transarem com as meninas visitantes. Mas os agentes brigaram, quando minha colega entrou na barraca, sendo ela menor. No outro dia meu dono me pediu para também transar com dois colegas, e imaginei que ganharia algo em troca que aliviaria a vida difícil dele na prisão e fiquei muito feliz sobre a oportunidade de poder fazer algo por ele.
No outro dia disse para minha colega também entrar na barraca. Ele tinha conversado com agentes, e eles fecharam os olhos. Depois meu dono explicou, que como retribuição ela teria que ficar depois do horário de visita por mais duas horas. Ela deveria sair como última do prisão, e os agentes de controle da saída iriam lhe mostrar o quarto, onde ficaria nessas duas horas. Esperei a ela na frente da prisão, e demorou três horas e meia até ela chegar. Já eram as dez horas da noite, e nós duas ajustamos as saias para parecerem ainda mais curtas e ousadas e enrolamos as blusas para mostrar carona. Assim não demorou e motoristas pararam, e a gente conseguiu ainda fazer programas, além de voltar de graça para Vila Velha. Agradecemos a Deus, mas sabíamos que era muito perigoso trabalhar em uma estrada desconhecida à noite, e pedimos a ajuda e proteção de Deus.

Fui um anjo para os presos



A pequena me contou, que os agentes perguntaram também por mim, e assim não estranhei, quando me pediram para eu também ficar a disposição deles. Já que transamos sempre com presos, e não todos são agradáveis, os agentes ficaram com nojo e pediram para a gente virem duas horas antes da visita em vez de ficarem depois. Foi muito melhor para nós, porque assim não podiam ultrapassar as duas horas combinadas, e agradeci novamente a Deus, que certamente atendeu às nossas orações.
Depois de um mês o irmão mais novo sumiu. Ele já tinha arranjado uma outra namorada, e começou a convencê-las das vantagens de ser sua prostituta e puta, e ela já morava em casa, trazendo até a bisavó consigo, que era uma velhinha cega de quase cem anos, mas agora ela sumiu com ele. Não sabíamos, onde estava, e cuidamos da casa e da vovozinha. Alguns dias depois nós falamos, que o nosso dono tivesse feito um grande mal na prisão, por isso não receberia visita nessa semana, e correria até risco de ser maltratado dos agentes e levar surras. Ficamos muito assustadas e choramos para pedir piedade dos agentes. Aí eles falaram que iriam falar com os colegas, mas ajudaria, se a gente cooperaria. Deveríamos ficar à disposição dos agentes a tarde toda. Foi o mínimo que podíamos fazer por nosso dono, que certamente era novamente inocente. No outro dia aconteceu a mesma coisa, e no terceiro dia pediram para futuramente virmos pela manhã, tendo os agentes na manhã mais tempo para poderem atender melhor a nós.
Trabalhamos, então, só à tarde e à noite, e não tendo como ir sem carro e endereços para o clientes particulares ricos, tive que trabalhar muito para pagar sempre os juros da minha dívida. Entreguei sempre sem falhar a parte maior, como combinada, ao meu dono, mas agora fiquei sem vê-lo e escondi a grana na casa, mas paguei o advogado e luz e mais, segundo ele me tinha falado. Liguei ao advogado e perguntei, qual mal ele cometeu supostamente na prisão, mas o advogado disse, que não sabe, mas que ele seria liberado ainda nessa semana.
Ficamos tão felizes que paramos de trabalhar à noite por duas horas para frequentar um culto e agradecer a Deus. Mas quando chegamos para o prisão três dias depois, os agentes nós contaram, que o nosso dono foi flagrado vendendo drogas, e por isso teria que ficar por mais tempo na prisão, sem direito de visita. E sendo a raiva dele de alguns agentes muito grande, já que ele, na flagra, atacou os agentes e feriu uma agente jovem e bonita, deveria ser necessário nós duas ficarmos por uns dias diretamente na prisão para pagar o mal, que ele fez aos agentes, e acalmar aqueles agentes, que pensam em se vingarem. Não tendo alternativa ficamos, e com o tempo consegui ganhar confiança entre os agentes, atendendo sempre com toda a dedicação e fervor, não pondo limites a eles. Foi fácil, porque pensei o tempo todo em meu dono, e como ele deve estar sofrendo, e o amor por ele transmiti aos agentes. 
Quando já conheci os agentes melhor, pedi a um deles para mandar uma notícia a meu dono e perguntar, quando ele seria liberado e o que ele queria que a gente fizesse. Ele voltou duas hora depois e disse, que ele agradeceu muito a carta e disse que a situação seria muito tensa para ele, e por isso ele pediria para nós duas continuarem atendendo aos agentes aqui na prisão, oferecendo tudo, não recusando nada e obedecendo em tudo aos agentes. Agradeci e perguntei, o que eu poderia fazer para agradecê-lo. Ele disse, que meu namorado já perguntou o mesmo, e que ele já fez o seu pedido, que foi aceito. Perguntei, qual foi o pedido, e ele disse: “Pedi o direito de poder transar sempre sem camisa com vcs duas.”

 


Ele, certamente, não é doente, e é um homem forte e treinado. Por isso acho que foi um preço muito barato. Ficamos um mês e dez dias direto na prisão, e apesar do trabalho incessante com agentes e também amigos e até certos presos favoritos deles ficamos sem receber nenhum centavo. Sabia que minha dívida assim cresceria cada dia, já que não consegui os juros e outros custos. Orei muito a Deus, e a maior preocupação nas orações era a vovozinha cega, que agora ficava abandonada. Sabia que Deus podia mandar uma pessoa, que descobriria a ela e ajudasse. Quem sabe, a loirinha apareceria de novo.

Depois da noite na cela dos presos ficamos sem roupas
Aguentei os maltratos na prisão por amor ao meu cafetão

Com o tempo um grupo de presos conseguiu convencer os agentes, e eles ganharam o direito de transar todos os dias conosco. Não sei, com que eles pagavam ou retribuíram, mas sei que foi muito trabalho para nós duas, porque teve diariamente as turmas de agentes com mais ou menos 40 programas, mais alguns amigos de agentes, e mais uns 40 presos. Mais ou menos 100 programas, ou 50 para cada uma de nós duas. Certa vez um grande traficante teve aniversário, e ele conseguiu com os agentes, que nós duas fomos cada uma para uma cela cheia de vinte ou trinta homens. Nessa época minha única muda de roupa, que possuía na prisão, já era meio estragada e não cobria mais meu corpo, e nem possuía calcinha, já que um agente ficara com ela como troféu.

"Obedece em tudo para a gente tratar seu cafetão bem.".

Fui de minissaia e blusa bem rasgadas e os presos gostavam de mim desde já. Uivaram e gaguejaram e caíram por cima de mim totalmente famintos e sedentos. Tive dó deles, coitados, ficando tanto tempo sem mulher. Cada homem precisa do amor de uma mulher. Eles, porém, eram tão ferozes e animalescos com essa sede de mulher, brigaram pelos melhores lugares, gritaram, foi difícil demais para uma menina novinha satisfazer uma horda desses. Fiquei deitada no chão, dando todos os buracos de uma vez, e eles ainda pegaram em meus peitos, pegaram minhas mãos para eu dar punhetas, e quem não ganhou lugar melhor enfiou até um dedo no meu ouvido. E eles jorraram porra pra caramba, me enchendo com litros de molho.

Quando os agentes chegaram por volta de 23 horas e me buscaram, não consegui ficar em pé, as pernas tremiam tanto, e os agentes bateram com porretes nos presos para eles me largarem. Os agentes me puxaram para um banheiro e me deram uma ducha. Me ensaboavam bem gostoso, e me recuperei um pouco, na medida que pude andar um pouco, se bem cambaleando. Eles me ajudaram e me guiaram pelo corredor. Fiquei nua, porque perdi as minhas roupas nessa cela. Quando chegamos a uma cela, eles abriram, e me jogaram para dentro. Um segundo pensei, que me trancariam para eu dormir bastante, mas aí senti mãos no meu corpo. Eles me levaram para outra cela, pela segunda metade da noite, com outros trinta homens. Pela manhã fiquei deitada em um poço de porra, suor e mijo, adormecida de fatiga total, enquanto eles ainda transaram comigo.

Os presos usavam-me sem dó
Exausta dormi no meio do poço de porra, suor e mijo

Por causa da sujeira e reclamações de um ou dois presos gays, que não participavam e achavam a noite muito bagunçada, os presos conseguiam que os agentes liberaram um pequeno pátio que servia para o banho de sol dos presos, mas não era a quadra maior, mas um pátio para presos isolados. Me levaram às 18 horas para lá e eles abriram sempre as portas para cada vez 20 presos, que ficaram respectivamente quatro horas comigo. Atendi assim sem pausa a três vezes 20 homens, 60 em tudo, e muitos me usaram duas ou mais vezes. Me senti como imprimida por um rolo pesado no chão, tantos homens treparam a noite toda em mim. O mesmo aconteceu em um outro pátio com a minha pequena colega. Pela manhã deitei quase desmaiada num poço enorme de sujeira, dormindo de fatiga e exaustão.
Nas tardes a gente ficou às vezes um tempo sem transar, porque todos os agentes tinham de cuidar dos visitantes. Aconteceu, porém, que outras meninas foram cedidas para atender a agentes, e essas visitantes às vezes ficavam um tempinho esperando e m nosso quarto, e trouxeram novidades, já que nós vivemos totalmente isolados, sem banho de sol e outros contatos com os presos regulares. Certa vez encontrei uma moça de meu bairro, e ela me contou, que meu dono já voltou em casa faz muito tempo. Pedi a ela para levar uma notícia a ele, para ele saber que estamos na prisão. Dois dias depois os agentes nos falaram, que meu namorado foi liberado e nos chamaria para voltarem em casa. Como entendeu mais tarde, ele foi liberado justamente, quando nós começamos a ficar na prisão, e toda essa história com as drogas e outra maldades dele foi inventada pelos agentes para nos enganarem. Já que estavamos completamente sem roupas os agentes arranjaram algumas roupas de prostitutas presas por alguma razão. Para zombar de nós escolheram as peças mais putas, safadas e apertadinhas possíveis. Assim voltamos em casa quase nuas, como sempre, pedindo carona e fazendo programa na rua, e eu cheguei primeira. Meu dono não pediu explicação, me tirou essas roupas minúsculas, me colocou a mordaça-pênis que depois de tanto tempo doeu novamente mais forte em mim, me virou os braços para eu me curvar para frente, oferecendo a bunda nua, e me deu de cinto até ele cansar. Me deixou com a mordaça e me estuprou, depois dormiu em cima de mim, até a pequena chegar. Não sei se a raiva já diminuiu, ou se ele gosta mais de mim e por isso bate mais em mim, pelo menos ele não a bateu, mas perguntou, onde ele estava. Ela contou tudo, e meu dono viu, que eu sou realmente uma garota fiel, submissa, sincera e mansa. Ele tirou a mordaça e me disse que deveria estar com fome, e permitiu para eu fazer comida. Ele aproveitou o tempo para transar com a pequena, e quando comemos, deu um pouco de cerveja para mim. Aí sabia que ele se arrependeu da surra de cinto, que me deu como cumprimento. Ele disse mais tarde: “Vc é uma puta muito boa. Agora sei que vc é responsável e que possa confiar em vc.” Entreguei o dinheiro do esconderijo a ele e expliquei, que não podíamos trabalhar nos últimos 40 dias, nem pagar as dívidas.”

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Triste fim duma balada. Aí chega o
momento que um cafetão bom pega
a vagabunda e a transforma em
uma menina boa e prostituta
útil para a sociedade
O mundo é cheio de piriguetes, que poderiam ser putas boas e submissas.

“Quarenta dias são 8 mil dívidas a mais. Não tem problema, vc vai que ter pagar futuramente R$ 300 de juros, mais aluguel etc., então quase 400 por dia, mas não se preocupe. Na prisão recebi endereços de homens bem perversos. São na maioria  velhos, mas tem também mais jovens, que gostam de maltratar novinhas nuas adestradas e obedientes. Assim não vamos passar fome, porque eles pagam muito bem. Me preocupo mais com a falta das outras meninas. Só consegui recuperar uma delas, fazendo um negócio com o irmão dela, seriam junto com vcs três pervas, muito pouco, né. Vai ser necessária, vcs me aliciarem mais bobinhas que precisam de uma profissão boa e de uma educação de um verdadeiro homem. Confia agora em vc, vc diz que é uma evangélica e não mente, e vc vai me arranjar meninas. Promete? Quero te agradecer por tudo, que fez, e por isso prometo que vc pode frequentar a partir de hoje cada semana um culto, e levar outras putas evangélicas da minha casa, mas vc tem que me ajudar também. Promete?”

Quero ser agora sempre boa, dócil e submissa

“Como já disse outra vez, não posso fazer nada contra Deus. Não posso tirar uma moça de uma família boa e de uma igreja...”
“Faça assim como vc fez com sua prima. Busca meninas, que não têm igreja. Traga tais meninas, já vamos educá-las assim como elas merecem. E vc teria assim até a chance de orar com elas, e permito que vc leve-as pra igreja, como já disse. Assim vc salva a essas piriguetes safadas, ajuda e obedece ao seu marido e chefe, e ajuda ganhar dinheiro para vivermos. Até ajudamos à vovozinha, que ficou 40 dias só dependendo dos vizinhos, mas agora a gente cuida dela, e isso é agradável a seu Deus, ao que eu saiba. Não é?”

 



Uma prostituta evangélica deve saber, que é bom para ela ser torturada para se aperfeiçoar

   

Agradeci a Deus por ter ganhado a liberdade de frequentar mais cultos, e de poder levar outras meninas comigo e evangelizá-los. Senti a grande necessidade de levar Jesus a piriguetes e putas, que não o conhecem. Pesquisando achei a ONG Piranhas para Jesus (Hookers for Jesus), e me associei. Acho que eu e a minha pequena colega tão boazinha fomos o primeiro grupo dessa organização no Brasil.  

Amo meu cafetão profundamente, vivo com ele em submissão total, como uma esposa evangélica, embora que ele tem agora mais meninas e eu tenho que dividi-lo, mas isso não pode diminuir minha obrigação como uma das “esposas” dele. Amo também meus clientes, tenho sucesso e sinto que faço a eles felizes, e sei, que sou assim útil para eles e para meu cafetão e os parentes dele, que ele sustém, e faço uma coisa útil e importante para a sociedade em geral. Parei de mentir, sou sempre sincera, e se um cliente não gostou, trabalho mais até ele fica feliz. De vez em quando meu cafetão me poda, me castigando duro, mas às vezes peço até para ser açoitada, para mostrar-lhe a submissão total de uma moça evangélica. Lambo a cauda do chicote e molho a com minha buceta, assim como aprendi. Agradeço sempre ao meu cafetão por poder ser a sua puta e escrava. Meu cafetão é muito generoso, e se eu trabalho bem, obedeço em tudo e ganho mais de 20 mil por mês, posso ir uma vez por semana para um culto, desde que não atrapalhe os meus compromissos com clientes.  Mas antes de tudo agradeço a Deus, que ele me aceitou, e que ele me salvou do inferno e me fez a sua filha. Agradeço que podia já ganhar dois homens e várias outras putas para Jesus. Oro a Deus, que um dia meu cafetão vire evangélico e case comigo na igreja. Mas quem sabe, Deus me manda um outro marido maravilhoso, depois de eu ter pago todas as minhas dívidas, e já prometo agora que seria totalmente submissa e dócil e o amaria de coração, mesmo se ele fosse velho ou feio ou cruel.



http://piranhasparajesus.blogspot.com/        Piranhas para Jesus
http://putasevangelicas.blogspot.com/      Putas evangélicas gostosas
http://educarprostitutas.webnode.com   Educar, castigar e adestrar putas, prostitutas e meninas semelhantes
http://petalaparreira.webnode.com/   Pétala, a puta mais submissa e gostosa do ES

Na prisão fomos torturadas sem parar, assim pelos agentes como pelos presos

Putas, atrizes e atrizes de pornô evangélicas famosas
Jovens com a camisa de Piranhas para Jesus

A prostituta novinha Maylin com a camisa de Piranhas para Jesus

Prostitutas e putas, sejam anjos para o seus próximos !
A "mosca na teia de aranha" não era uma invenção nova. Vejam o que aconteceu com Cinderella, quando estava com os sete anões.

Prostitutas boas e educadas são verdadeiros anjos nesse mundo, que carece tanto de amor. 

 




 

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