Prostituta menor

 

Por duas semanas fiquei nesta caixa, na escuridão completa, só liberada quando um cliente perguntou por mim. Na solidaõ terrível esperei que chegasse logo um cliente para mim. Uma vez por dia meu cafetão me liberou para ser castigada e estuprada. A solidão ficou tão grande, que até torci para chegar mais rápido a hora do castigo.

Hoje sei que uma puta precisa de castigos

Ele fez também um contrato comigo, em que ele escreveu que me daria por minha própria vontade e aos meus pedidos aulas sobre sexualidade, higiene feminina, comportamento, uso de recursos naturais, aperfeiçoamento em paquera e sedução e aumento das variabilidades da vida sexual, incluindo técnicas radicais como BDSM e sadomasoquismo. Eu pedi no contrato explicitamente por ser, no último caso, punida, educada e tratada com todo o rigor, se fosse necessário para alcançar o alvo. Parecia como se uma menina da classe média contratasse um técnico para melhorar seu comportamento social e as chances na balada. Nada foi escrito sobre que eu teria que me prostituir e entregar o lucro para ele. Mas não tive outra escolha do que assinar. Minha aprendizagem duraria três meses, mas poderia ser prolongada, se necessário ou se fosse a vontade dos dois partidos. A aprendizagem custaria R$ 30 por dia, e eu teria o direito de três aulas ou três horas por dia, na média.
Ele me deu aulas, mas aproveitou-as sempre para já ganhar dinheiro. O chamado “último caso”, que seria a minha punição e educação com rigor, começou logo na primeira aula. Fui levada para uma garagem. Ela teve ganchos no teto, e de dois deles penduravam já cordas, com que amarravam as minhas mãos para o alto. Então chamaram um homem gordo, calvo e coberto de suor, que logo começou a me beijar e petiscar. Tirou aos poucos a minha roupa, e quando estive nua, começou a me açoitar. Nossa, nunca pensava que ser açoitada seria um castigo tão cruel. Ouvi, que os escravos, incluindo mulheres e meninas, foram açoitadas toda hora, por isso pensei que seria algo como receber tapas, mas o açoite queima como fogo. Me senti antes como uma bruxa queimando na fogueira. Me virei e dancei na tentativa de escapar aos açoites e apresentei me assim sem querer em sempre novas posições que podiam ser atacadas pelas mordidas cruéis. Quando acabou era quase sem sentidos, em meu corpo explodiram chamas de dores cruéis, e caí no chão. Senti me puxado para cima pelos cabelos e senti um pau apertando a minha boca. Abri-a e chupei desesperadamente como jamais antes. Chupei o pau todo, lambei o escroto cheio de cabelos duros e longos e chupei até o cuzinho. Pensei só em ganhar tempo para não ser açoitada mais. Fiquei por duas horas nas mãos desse monstro; não sei, quanto ele pagou, porque não recebi nada, pois era uma aula, e o gordo estava só ajudando ao meu dono. Pelo contrário, por essa lição tive que pagar R$ 40. Já que sobrou ainda uma aula, falaram que eu não saberia chupar direitinho porque fechei a garganta e me enfiaram um pênis de borracha grande, que entrou um pouco em minha garganta e me deixou na beira de vomitar. Fixaram minhas mãos de novo nas cordas penduradas do teto, e me enfiaram dois consoladores elétricos na bucetinha e no cuzinho, ligaram os e me deixavam sozinha. Falaram para eu molhar bem, queriam que ver o molho correr nas coxas para baixo, senão seria açoitada de novo. Depois fui trabalhar, mas meu corpo doía tanto. Fomos para uma festa, e meu dono falou francamente, que fui açoitada sem dó. Logo muitos se interessavam por mim e meu cafetão escolheu os seis clientes, que ofereciam mais – era um tipo de leilão. Mas eu recebi só R$ 4 por cliente, porque para receber mais como ele mesmo me propusera antes, teria que passar primeiramente a aprendizagem. Não sabia disso, porque nem li o contrato todo. Dessa maneira minha dívida continuou crescendo, e a minha chance chegaria só depois de três meses.
Assim que chegamos em casa ele abriu a calça e mandou me para chupar. “Vc é um puta nata. Vc gosta de aprender e de ser açoitada, eu vi como vc chupou esse cara. Me chupa desse jeito, puta. Chupa! Quero sua dedicação toda, sua paixão, e quero vc 100% obediente e submissa. Ai, como vc é uma puta gostosa...vai, puta, me agradece por essa lição boa de hoje, a excelente educação...”
Agradeci a ele com palavras, gestos e minha conduta e dedicação no chupar, mas na verdade fiquei com uma raiva tão grande dele, que pensei em uma maneira de me vingar ou até de matá-lo.
Ele falou sempre: “Se esforça muito, putinha, então os três meses não vão ser prolongados e vc começará a ganhar.” Por isso simulei sempre dedicação e agradecimento, mas na verdade procurei um meio para o matar ou prejudicar. Uma vez tentei interessar um traficante para ele, contando mentiras sobre a presumida atividade no tráfico dele, mas o traficante não se interessou tanto que mataria o concorrente. Nessa época meu cafetão fez 18 anos, e apesar do contrato teve medo de ser preso por ser cafetão de uma menor, por isso deu ao seu irmão menor plenos direitos sobre o meu corpo e o fez o meu cafetão direto, enquanto ele mesmo apenas supervisionou-nos. O irmão era pior ainda, porque gostava de me judiar só para se divertir. Por exemplo, deixou-me na noite em pé, com as mãos atadas em cordas penduradas do teto, e colocou uma vara de vassoura em minha bucetinha e outra no meu cuzinho. Assim tive que ficar, e ele me ameaçou que seria açoitada sem dó se ele achasse as varas fora de seus lugares, quando acordar da manhã. Dessa maneira tive que ficar as horas sem fim em pé, na escuridão, tentando de não vacilar para as varas não deslizarem de seus encaixes. Quando ele viu que consegui por várias vezes, inventou outra tarefa. Falou para eu imaginar de chupar o pau dele, e molhar bastante. Ele queria que a vara da vassoura fosse molhada pelo menos até a metade, na manhã seguinte. Consegui isso também, mas não pensei no pau torto dele, mas imaginei que eu fosse puta do ator Brad Pitt, e que ele me comesse sem parar e me desse para os seus amigos. Numa outra noite exigiu a mesma coisa, só que desta vez colocou também uma vara no meu cuzinho. Foi um rodo, por isso mais fácil para segurar, na verdade, porque ele não escorrega tanto, mas mesmo assim aconteceu que nas tentativas de molhar a outra vassoura o cabo escorregou e saiu de meu cuzinho. No outro dia fui açoitada sem dó por ter perdido a vassoura. Ainda por cima não molhei nesta noite, porque fiquei agoniada pensando já antes no castigo. Por não ter molhado a vara recebi uma multa de R$ 500, que aumentou minhas dívidas. Cheguei a saber, que o irmão me herdaria, se o outro morresse. Sabendo disso pensei que não adiantaria matar o irmão mais velho e pensei sobre matar os dois.

 
 
Mesmo sendo eu uma boa chupadora, todos falam
que depois de uma surra chupo ainda mais gostoso.
 

Depois de ter chupado e ser estuprada me

dava outra surra e me mandava dormir. Fiquei na caixa escura, suja e muitas vezes amarrada, convencendo-me aos poucos de que sou realmente uma puta. Queria tanto mostra-lo para ele.

 

 


Depois dos três meses da aprendizagem tive dívidas de 25 mil. Esperei que agora pudesse começar a ganhar dinheiro, mas eles falaram que não queriam decidir sozinhos, mas que eu teria que passar em um teste objetivo. Me levaram para uma festa, onde tinha uns 15 rapazes e 12 meninas, entre elas putas e prostitutas. Mandaram-me para ficar nua e de joelhos e chupar a todos. Depois fariam uma votação se eu seria digna virar oficialmente puta ou se eu teria que fazer mais um mês de aprendiza- gem. A maioria das pessoas não conhecia, e pensei que seria uma vantagem, porque eles seriam neutros. Bastaria eu chupar bem e eles iriam me dar notas boas. Por isso me dediquei com toda a força, chupei, lambei, engoli porra e suco das bucetas e deixei com docilidade total que eles puxassem nos meus cabelos, segurassem minha cabeça com força, me dessem tapas no rosto e beliscassem meus peitinhos. Com o tempo eles se engraçaram tanto de mim, que alguns começaram a atacar minha bunda nua. Não me defendi, e ninguém falou nada. Encorajados alguns rapazes atrevidos começaram a beliscar a minha bunda, deram-me tapas nas nâdegas e puxaram os meus peitos. Já que ninguém reclamou, começaram a puxar e beliscar minha bucetinha, os lábios sensíveis dela e o pequeno grelinho, e a atacar minhas duas entradas expostas e convidativas. Quase gritei, mas uma vez me controlei com toda a força, e outra vez me enfiavam os paus com tanta força, segurando minha cabeça, que nem tinha como gritar. Era uma mordaça natural, de carne, na minha boca e garganta. Às vezes perdi o controle e comecei a espernear, sem querer, perdendo o contato ao chão, apenas segurada pelos dedos em minha bucetinha e em meu cuzinho e pelas outras mãos que seguravam meus peitos e outras partes do corpo. Uma vez um rapaz me enfiou o pau grande e malcheiroso com tanta força e repetidamente na garganta, que vomitei. Todos ficaram chateados comigo, mas depois de eu limpar a minha boca e o chão, a faina continuou. Demorou horas, e minha língua e o céu da boca ficaram assados, meus joelhos azuis e a garganta estonteada. Eles me jogavam no chão e alguns rapazes me estupravam na frente de todos, sob risadas e comentários dos outros. Depois eles fizeram a votação, se eu passei o teste. Todos votaram que eu não seria ainda digna ser uma puta e deveria fazer mais um mês de aprendizagem. Eu gritei que eles seriam hipócritas mentirosos e falsos, me joguei no chão e chorei. Eles me levantaram, seguraram minhas pernas bem abertas e me deram alguns tapas na bucetinha. Depois meu dono puxou meu grelinho até eu me desculpar. Ele perguntou, quantos tapas eu queria de castigo, para melhorar a minha educação e comportamento. Essa era sempre uma pergunta pérfida. Se eu falasse cem, eles seriam satisfeitos e me dariam, o que pedi. Mas se falasse dez ou vinte, eles iriam falar, que eu seria uma puta insubmissa e falsa, não querendo ser educada com rigor, e por isso me dariam ainda mais tapas. Normalmente me dariam 80, mas por minha falta de humildade e arrependimento me dariam o dobro. Uma vez falei 50, e meu dono perguntou, se isso seria realmente suficiente. Puxou no meu grelinho e repetiu a pergunta, até eu pedir cem. Aí ele falou: “Então vc acha cem a medida certa?”
“Sim”, respondi.
“Pois é”, disse ele. “E vc pediu no início só 50, enganando a gente. Por essa tentativa de enganar a gente vou dobrar seu castigo.” Eles me deram 200 tapas na bunda nua, que depois virou roxa por quatro dias. Desta vez falei então 70 e tive sorte que foi aceito.

 

Uns dias depois meu dono trouxe novos modelos de mordaças-pênis de borracha. É uma mordaça em forma de pênis que se enfia na boca da menina e afivela para não poder sair. Existem naturalmente várias tamanhos, os pequenos para esposas que querem só brincar de puta, as médias para putas e os maiores para escravas sexuais.
Os maiores às vezes são muito grossos. Assim a escrava ou puta tem que manter a boca muito aberta, o queixo pra baixo. Com o tempo ela baba e o queixo dói, depois de horas toda a boca dói com caramba e a goela seca e dói também. Os modelos novos tiveram um parafuso. Depois de um tempo o responsável movimenta-o com uma chave allen e assim o modelo vira ainda mais grosso. Assim pode abrir a boca da escrava dolorosamente. Algumas são infláveis e enchem a boca de um jeito desagradável. Alguns cafetões enchem as com ar de pressão para pneus. Dói muito e sufoca.
Outras mordaças-pênis nem são muito grossas, mas longas assim que entram na garganta. Quando colocaram em mim pela primeira vez assustei demais e recolhei minha língua na tentativa desesperada de proteger minha goela. Foi pior, porque o cafetão ou o encarregado para a educação empurra a mordaça com força e a lingua entra na garganta, o que dói muito e a menina corre risco de asfixiar-se. Quando fiz isso, a mordaça não entrei, por mais que empurrou. Gritaria de medo e dores, mas minha língua me sufocou. Fiquei vermelha e eles tiraram-na e me deram tapas no rosto para eu aprender.
Tive então que estender a língua para o pênis de borracha passar, e a ponta dele abriu a força minha garganta. O pênis é mais flexível e faz a curva para baixo e se fixa uns três centímetros por dentro da faringe. Serve para treinar as putas e escravas para se acostumarem a receberem um pau inteiro na boca sem vomitarem.
O irmão mais novo gostou muito de me colocar essa mordaça-pênis. A humilhação é muito grande, já que a puta torturada tem que estender primeiramente a sua língua e deixar sem defesa o pênis abrir brutalmente a sua garganta.
Se a puta não estende a língua, o cafetão puxa-a, usando uma toalhinha para os dedos não escorregarem. Em algumas putas põem piercings na língua para facilitar: o responsável fixa um fio ou uma correntinha e puxa a língua para fora e enfia a mordaça-pênis. Igual ao outro modelo possui um parafuso. Se a puta já se acostumou por alguns minutos ou mais à pressão cruel da mordaça, o cafetão ou um ajudante como no meu caso a Vanessa vêm com a chave Allen e apertam-no. Esse modelo não fica mais grosso, mas se prolonga, no máximo por três centímetros. Vcs não imaginam o constrangimento, por que uma puta passa, se a cabeça do pênis de borracha entra assim no esôfago. Além da humilhação e punição outro propósito é que a rapariga aprenda a aguentar isso sem vomitar. Assim homens com paus grandes podem depois de algumas semanas enfiar sua ferramenta mais fundo e gostoso na boca da moça, que para eles é só uma cadela, vaca, piranha, escrava e lixo sem valor que pode ser tratada sem respeito nenhum como se fosse uma máquina.

A prova foi uma única humilhação. Engoli litros de porra e eles fizeram de tudo comigo, e mesmo assim votaram que eu teria ainda não aprendido o suficiente.

 

  

Uma vez fiquei com as mãos atadas nas cordas do teto e a mordaça-pênis se encravava sem dó na minha garganta. Além disso, estava com consoladores na bucetinha e no cuzinho. De repente entraram dois moleques de 12 e 13 anos, sobrinhos, de visita de meus donos. Eles esqueceram trancar o quarto e foram embora. Os moleques adoravam. Havia lá cordas para escanchar as pernas até a menina pairar nas cordas, e eles tentaram-no logo para ver o efeito. Gostando do resultado começavam a me dar tapas na bunda até eu balançar como eu fosse um brinquedo em um parquinho. 


Não pude falar, e os meninos começavam a brincar com meu grelinho e com meus peitinhos. Depois eles tiraram os consoladores e investigaram meus buracos com uma curiosidade incrível. Enfiaram vários objetos, batiam na bunda, nos peitos e na bucetinha. Depois acharam a minha uretra e enfiaram uma caneta, o que me fez explodir de dores, mas na minha posição eles nem repararam a minha agonia. Eles viram o acoite e me deram uns golpes só por curiosidade.

Quando ouviram meus donos voltarem, se escafederam pelo fundo da casa. O irmão mais novo viu, que os consoladores estavam no chão, e me xingou de puta vagabunda, suja, insurreta, insubmissa, inútil, e mais termos que começam com “in”. Pegou o açoite e me passou quarenta golpes pesados, colocou os consoladores de volta e falou que recebesse mais 80, se os perdesse de novo. 
Não podia falar, e minhas tentativas de soltar berros sufocados para ele entendesse que queria que falar, ele tomou por protestos e respondeu com três golpes de açoite na minha face. Só depois de horas, quando fui solta, podia contar que foram os meninos. Quando os irmãos ouviram disso me xingaram por ter seduzido os meninos para tirarem os consoladores. Esses logo confirmaram essa versão, falando que eu teria pedido com sinais para tirar os consoladores e prometido de chupar e transar com eles.

Quando eles puxaram o meu grelinho, confirmei logo a versão deles, confessei que teria seduzido os meninos com os olhos e pequenos movimentos com a bucetinha, e pedi desesperadamente 200 tapas para me educarem melhor. Não sei, porque disse 200, a raiva espontânea me fez exagerar assim.


Eles perguntaram: “Na bunda ou na xaninha?” e eu falei na minha raiva “Como melhor quiserem, como é mais fácil para vcs de me educarem.” Já que tive que trabalhar, me deram só vinte na buceta e prometeram o resto para o outro dia. No outro dia os irmãos saíram e permitiram aos moleques de me darem os tapas. Eles queriam saber, se uma menina molha, se recebe na xaninha, e me deram 80 na xaninha. Depois se divertiram de outra maneira comigo e deixavam o resto dos tapas para depois.


Depois de um mês fiz outro teste, desta vez chupei 12 rapazes e 16 moças, e não vomitei, embora que dois rapazes transavam a minha garganta com toda a força, como se quisessem arrebentar a minha goela. Acho que é impossível uma menina chupar melhor, com mais dedicação e submissão, mas mesmo assim todos votaram em eu fazer mais um mês de aprendizagem. Minhas dívidas subiram para 32 mil, o que me causaria futuramente juros de R$ 640 por dia. A situação era desesperada, e sabia que tive que matar os dois irmãos que me extorquiam, torturavam e exploravam sem dó.
Meu plano era esperar um momento, que os dois seriam bêbados, e injetar heroína neles. Os jornais iriam escrever, que dois dependentes morreram de overdose de heroína, coisa muito comum. Consegui a heroína e a ferramenta de um cliente. Era agora só escondê-la bem e esperar uma noite adequada e favorável.

 

Às vezes fui levada para o casarão de um homem rico na Serra, onde fiquei nua e me amarravam a canela esquerda com o antebraço esquerdo e a canela direita com o antebraço direito. Depois me dobravam até que as canelas e antebraços ficavam nos dois lados da garganta e afivelavam-nos na garganta. Nessa posição minha bucetinha e ainda mais o cuzinho foram totalmente acessíveis. Vi umas seis meninas assim, espalhadas no chão ou nas mesas e cômodas da casa. Os homens andavam de uma menina à outra e brincavam com as partes delas. Quando me levaram de novo para essa casa, encontrei a loirinha, que conheci seis anos antes em nossas brincadeiras de prostitutas e que se destacou por topar tudo em submissão total. Ela parecia feliz, e ao contrário das outras vezes tive a oportunidade de falar com ela, porque os homens se retiravam para o jantar, levando quatro meninas. Nós duas ficávamos na sala, e um empregado enfiou duas velas em nossas bucetas para alumiarmos a sala até a volta dos convidados. Ela falou que aprendeu aceitar seu destino e amar o seu trabalho e seus cafetões e os clientes. Eu falei de meu ódio de que iria matar meus donos e algozes. Ela falou que isso seria totalmente errado e que eu iria destruir a minha vida e felicidade. Falei que não tive felicidade alguma. Ela falou: “Vc é infeliz, porque vc não conhece Jesus. Virei evangélica há dois anos, e agora sou muito feliz, embora que eles me maltratam. Mas Jesus me ama, e até reparei que Deus ajuda, eles me castigam menos.

Mas mesmo se me castigassem sem parar, agora sei que é pouco em relação ao que Jesus sofreu por mim e sou feliz e grata. Tento até agradecer a ele pelos castigos, porque me mostram meu lugar e me sinto assim mais digna de ser amada por ele.”
“Que maluquice”, respondi.
“Isso foi também minha primeira reação. Ouvi de Jesus na rádio, duvidei, mas depois pensei: não faz mal testar e ofereci a minha vida a Jesus. E ele respondeu.”

A loira sofreu muito nessa noite

“Como assim?”
“Sabia através de certos acontecimentos, que Jesus cuidava de mim. Por exemplo sonhei, que minha irmã daria á luz um bebê. Não sabia que era grávida. Tinha apenas 13 anos. Me falaram no sonho para eu trabalhar com muita dedicação e amor, para comprar fraldas e um presente para o bebê. No outro dia pensei, que era um sonho estranho. Também não recebo nada por meu trabalho a não ser surras, se foi insuficiente. Mesmo assim trabalhei com certo entusiasmo, e um cliente rico me fez fazer qualquer coisa, e totalmente apaixonado me deu R$ 2 mil.

À noite me levaram mais cedo em casa, porque teve uma festa a homenagem do tio mais velho de meu cafetão, e nós prostitutas tivemos que divertir os convidados. No auge da festa o cafetão, já meio bêbado, disse, que era uma pena não ter sabido da visita com antecedência, porque iria comprar um presente, porque foi informado só agora que hoje era o aniversário do tio. Falou para seu tio pedir coisa qualquer, que lhe seria concedida. O tio disse que lhe bastariam essa festa excelente, o amor do seu sobrinho, e queria só uma cama junto com uma das moreninhas da coudelaria do cafetão.
“Mas isso o senhor já tem, tio”, falou o cafetão. “Já foi concedido. Fala uma outra coisa. Quer levar uma moreninha, ou quer uma casa na praia ou...”
“Meu filho”, riu o tio. “Não sou pobre, estou muitas vezes na praia, mas prefiro hotéis. Uma moreninha aceitaria, porque são todas gostosas, mas vc sabe, que sua tia tem a sua própria opinião sobre moreninhas na cama de seu esposo. Mas se vc quiser, vamos que todos tenham uma razão para festejar no meu aniversário: Meu desejo então é que todos tenham hoje uma moreninha de graça na sua cama e que as moreninhas podem ficar com todo o dinheiro que ganharam hoje, sem dividir com ninguém.

Todos os homens escolheram depois uma menina, e eu dormi de graça com um comerciante de Porto Alegre, mas pude ficar com o dinheiro que eram R$ 3080. No outro dia liguei para minha tia e cheguei a saber, que minha irmã deu a luz uma menina, depois de sete meses e três semanas de gravidez. Faltava de tudo na casa, e eu fui lá rapidinho, quando voltei de um programa e passei o bairro deles, dando uma gorjeta ao motorista, e deixei pacotes de fraldas e quase R$ 3 mil em espécie com a minha irmã, que chorou de felicidade.”
“E vc acha que Jesus fez isso? Vc é ainda mais boba do que quando te conheci. Era mera coincidência. Vc pensa que Jesus ajuda a prostitutas para terem mais sucesso? Todo mundo sabe que a igreja condena as prostitutas. Se Deus existe, vamos pro inferno.”
“A igreja talvez condene, algumas pelo menos, mas Jesus nunca falou que prostitutas não podem ir ao céu. Ele falou até, que prostitutas e putas antecedem os pastores e lideres religiosos. Ele nos ama. Ele ama até os cafetões, políticos e traficantes.”
“Quem ensina isso?”
“Minha igreja é a Assembleia de Deus, mas acho que todas as igrejas ensinam assim.”
“Assembleia? Nem aceitam meninas de calças ou minissaia, e como iriam aceitar uma puta?”
“Bom, na verdade os outros nem sabem o que faço. Frequento uma igreja em Vale Encantado. Só o pastor sabe. Ele tentou me convencer de mudar de profissão, mas quando ele ouviu, que meu cafetão me obriga a trabalhar como puta, ele falou: Tenho a certeza absoluta, que daqui a pouco vc vai converter seu cafetão e ser livre. Seja absolutamente submissa, obedece em tudo e ganha o coração duro dele por sua meiguice e docilidade infalível. Assim ele vai se converter. Deus é grande.”
“Que bobagem”, falei ainda, mas já ouvi os homens retornarem e nunca mais podemos conversar.

Dormi na cama de um dos convidados, feliz de ser liberada dessa posição castigadora depois de horas de sofrimento, mas não consegui dormir. Pensei em meus planos de matar os irmãos, mas meus pensamentos sempre voltavam às palavras da loirinha. Será que Jesus ama mesmo as prostitutas? Como alguém poderia amar as prostitutas e putas? E como eu iria saber, se Jesus existe mesmo? Minha tia, com quem eu vivia por alguns anos, faz programa há vinte anos, mas ela é uma católica fiel, vai muito à missa e paga seus dízimos. Achei sempre que fosse um absurdo e desgasto de dinheiro. Falei com ela, que Deus vai se ainda mais enraivecer dela, porque não queria dinheiro sujo. Minha tia respondeu que ela trabalha sinceramente e duro para ganhá-lo. Mas que existe ladrão ou traficante, que paga dízimo, assim como político e um monte de outros malfeitores. E existem muitos, que são sinceros, mas recebem dinheiro por obras do mal. “Por exemplo, um pedreiro que constrói uma creche recebe tanto como um pedreiro, que constrói uma prisão, uma igreja de uma seita enganadora ou um clube gay. Será que o segundo pedreiro não precisa pagar dízimos? O dízimo é a nossa parte que damos para pode existir uma igreja na terra. Todo o dinheiro é sujo, porque passa em determinados momentos por mãos erradas ou sujas, mas mesmo assim Deus o aceita.”
“Então vc acha que vc pode entrar no céu antes dos pastores?” perguntei, quando visitei-a depois de um programa perto do boate onde ela trabalha.
“Não sei. Sei que sou pecadora e indigna. Mas os pastores são também infiéis e indignos. Pior para eles, porque Deus é mais rigoroso com os pastores. O que importa é que eu amo a Jesus. Meu maior desejo é ficar o dia todo na igreja e confessar os meus pecados. Aí Deus fica perto de mim e fala ao meu coração. Vc, por exemplo, não gostaria de ficar o dia todo perto de Deus, orando e cantando. Vc gosta de balada, bagunça, dinheiro, internet e sei lá, mas não de Deus. Por isso Deus não te queria no céu para festejar com ele, porque vc não gostaria do tipo de festa dele. Vc também não convidaria pessoas para o seu aniversário, se vc sabe, que eles não gostam de tal festa. Eles, com rosto de desgosto, iriam apenas atrapalhar a alegria dos outros.”

“Como vc sabe, que eu não gostaria também ficar perto de Deus?”
“Te conheço. Mas quem sabe, um dia no seu coração Deus vai colocar o desejo de ser uma filha dele. Convida a ele para morar em seu coração.”
Quase chorei e me abriria com ela, mas conclui que teria que matar os irmãos antes de tentar virar cristã, porque Deus iria me perdoar. Mas se virasse cristã primeiro, quem sabe Deus iria exigir para eu virar boa e não deixaria para eu matar os dois malandros nojentos e perversos.

Pensei que não poderia perder nada se oferecesse a minha vida a Deus. Se ele aceitasse, seria tudo melhor. Se ele não existisse ou não aceitasse, não perderia nada. Pensava que poderia já orar nessa noite para tentar falar com ele ou buscar contato. Mas a conversão poderia ser só depois da morte dos irmãos. Comprei duas garrafas de conhaque bom para os irmãos. Eles iriam beber tudo e eu poderia matá-los com a overdose.

 

 

 


Mas quando cheguei em casa, reparei que era muito tarde, e os irmãos me esperaram com o açoite na mão. Falei que visitei a minha tia, mas eles nem ouviram. Me ataram e me açoitaram até o sangue. Depois me estupraram, e me deixaram amarrada de novo, com consoladores na bucetinha e no cuzinho. Colocaram uma mordaça-pênis maior em minha boca, e depois de uns 30 minutos, em que lutei contra o vômito, eles viraram o parafuso até o fim. O pênis entrou uns 6 cm mais fundo na minha garganta, e por meio minuto nem consegui respirar, tão fortes foram as dores e a vontade de vomitar. Não podia vomitar, porque a mordaça vedou a garganta, eu iria morrer asfixiada.

Mas meu desespero aumentou ainda mais, quando apareceram os dois meninos. Os irmãos se retiraram com as garrafas de conhaque, que acharam na minha bolsa, e fiquei indefesa com os meninos, um joguete nas mãos desses moleques perversos, um objeto de ludíbrio. Tentei de tudo para satisfazer os meninos, mas amarrada e com a mordaça gigantesca na boca  não consegui falar, e eles não entenderam os sinais, que fiz com os olhos. Queria que eles me liberassem para eu chupar a eles. Depois, quem sabe, me deixariam, e eu seria livre para matar os dois irmãos.

Queria ser bem lúbrica para eles, e concentrei-me para molhar entre as pernas. Pensei que eles se animariam, se reparassem a lubrificação. Afinal de contas era a minha única chance de comunicar algo. Mas quando eles reparavam nisso, tiravam o consolador e me batiam muito na buceta, e depois colocaram o consolador de volta. Divertiram-se ainda beliscando meus peitos e meu clitóris, e foram dormir. Pisquei com os olhos e comecei a orar a Deus por ajuda, mas não consegui nada.


Duas horas depois chegou o irmão mais velho totalmente bêbado, a garrafa na mão, e tentou transar comigo. Não conseguiu, porque não reparou os consoladores, e tentou enfiar em vão, e me deu tapas no rosto. Depois se sentou no sofá e começou a roncar. Chorei de raiva e decepção de perder essa chance. Pela manhã chegou o irmão mais novo, me deu uns vinte golpes de açoite, fez me chupar e beber o leitinho dele e me mandou pra escola.

 




 
 

Nas pausas da escola me levavam muito para

 o banheiro masculino e me fizeram trabalhar.

Aprendi muitcom as exigências dos alunos.

Durante de um ano me levavam quase todos os

dias para os banheiros da escola para eu chupar os

colegas. Às vezes três, às vezes cinco ou mais, às

vezes em todas as pausas. Teve um dia em que

chupei cinquenta. Em todo o ano chupei só na

escola bem mais de mil paus, quase sempre en-

golindo. De vez em quando tb me estupraram.

Na escola muitos colegas já sabiam que eu fazia programa e me consideravam uma puta, que não precisa ser respeitada. Quando quiseram, me levavam para o banheiro e me enfiavam dedos ou mandavam-me chupar ou até me estupravam. Nunca reclamei, porque não queria uma investigação que mostraria para todos, que eu era uma prostituta. Quando me levavam para banheiro, descobriram as marcas fortes dos açoites. Um rapaz de 16 anos se interessou muito por mim e os açoites, e contei-lhe de minha vida. Falei que, se ele me ajudasse de matar os dois perversos, eu viraria a puta dele e trabalharia para ele. Ele disse, que iria nessa noite com cinco garrafas de conhaque e duas piriguetes bem piranhas para a casa dos dois irmãos. Os irmãos iriam ficar bêbados, e o rapaz e as piriguetes iriam se retirar, depois de me liberarem, caso que fosse novamente amarrada. Chupei o rapaz cheia de gratidão.
 

 

 

À tarde recebi as aulas de educação e adestramento, e depois fui levada para cinco clientes. Quando cheguei em casa, os irmãos bebiam com meu novo protetor, as duas piriguetes e mais uma menina. Os dois moleques só petiscaram algumas vezes meus peitinhos e minha buceta, e saíram para uma balada ou para furtar, não sabia. Nem demorou uma hora, e os dois irmãos dormiram bem profundo. Os visitantes se retiravam. Tudo estava dando bem, e eu subi na mesa para tirar a seringa de heroína do esconderijo. Ouvi um ruído e mal consegui colocar a ferramenta mortal de volta. Assustei muito, mas não vi a ninguém. De novo, um ruído na janela. Será que meu amigo me queria sinalizar algo? Abri a janela e vi a loirinha, toda molhada de chuva, mas sorrindo de alegria. “Trabalhei perto daqui, e perguntei, onde vc mora. Foi difícil, mas te achei. Como estás?”
Deixei-a entrar pela porta e lhe dei uma toalha. Ela tomou um banho. Quando ela saiu nua do banheiro, reparei, que a menina gordinha virou uma moça linda e gostosa. Dei um abraço a ela e ele respondeu com outro e me beijou na boca. O gosto dela era bem agradável. “Irmã”, ele falou, “sou tão feliz ter te achado, fiquei preocupada de vc, sabia?”
Ela queria me contar mais de Jesus, mas por mais que eu queria perguntar muitas coisas me controlei e disse que teria dores de cabeça terríveis e não queria falar muito. Ela tocou no meu cabelo com muito carinho e falou: “Petala, vc precisa muito de um amor verdadeiro, como só Jesus tem.” Me deu outro abraço e um beijo gostoso na têmpora. Quando viu que não reagi, começou a me dar uma massagem gostosa para melhorar minhas supostas dores de cabeça. Não quis falar com ela, mas demorou uma hora até que consegui coloca-la na rua de novo. Mal que estava na rua, ouvi risadas, e os moleques voltavam com dois amigos, Trouxeram alguns apetrechos estranhos. Me seguraram e tiraram as roupas, colocaram as minhas mãos nas cordas penduradas do teto e puxaram minhas pernas aos lados com as cordas fixadas aos lados até eu pairar livremente no ar, só segurada pelas cordas. Então me enfiaram a mordaça-pênis e fecharam o parafuso até o extremo, me deixando num sufoco danado. Tiraram das bolsas os apetrechos. Tinha um negócio de metal em forma de uma pera com um cabo preto em lugar da haste. Me fizeram lambê-lo  enfiaram o troço com força no meu cuzinho. Depois pegaram dois grampos, fortes como os melhores prendedores de roupas, mas de metal e com dentes agudos. Fixaram-nos em meus mamilos. Depois pegaram mais um grampo, menor, mas ainda mais forte, e o colocaram em meu grelinho. Um repelão de dor percorreu meu corpo e dancei nas cordas como uma mosca capturada em uma teia de aranha. Os meninos fixaram três cabos nos três grampos, cabos azuis para os peitos e um cabo vermelho para o clitóris. Com o peso do cabo o puxo no clitóris aumentou, e novas ondas de dor inundaram meu corpo, e agora também os meninos comentaram rindo: “Uma mosca presa em uma teia!”
Me deram alguns tapas de incentivo, e tiravam depois de uma bolsa um aparelho. Ele teve uma marcação vermelha, uma preta, dois azuis e uma amarela para ligar os cabos nos contatos certos. Ligaram todos os cabos, só a entrada amarela ficou livre. Depois me deram o primeiro eletrochoque. Ele era fraco, mas aumentaram a voltagem, e o próximo já me fez  tremer e dançar de novo, na tentativa de curvar o corpo pela força da eletricidade. “Uma mosca!” gritaram de novo e riram muito. Aumentaram ainda mais a voltagem, testaram de várias maneiras, e quando achavam que encontraram a dose certa para divertir-se com uma puta nua, ajustavam o autômato assim, que recebi cada dois minutos um eletrochoque. Eles ficavam assistindo, zombando de mim, petiscando também meus peitinhos, lábios da buceta , bunda e nariz, e jogaram no computador para matar o tempo. Mas depois foram dormir e me deixaram sozinha com o aparelho cruel e impiedoso. Vi os irmãos dormindo totalmente bêbados, vitimas fáceis, mas eu estava presa. Tentei com uma ataque de raiva tirar as mãos das cordas, mas em vão. O próximo eletrochoque me fulminou fortemente e acabou com a resistência, queimando meu corpo, sobretudo as partes íntimas. Chorei e uivei no desespero, mas quase nenhum ruído saiu da minha boca  brutalmente asfixiada. Tentei fazer movimentos abruptos para perder os grampos, mas não consegui. O gato preto dos irmãos entrou, olhou interessado e pulou por cima do armário. Depois de mais alguns eletrochoques não aguentei mais, o desespero era tão grande, o corpo em chamas, reuni todas as forças e me revoltei com tudo, me torcendo com força do desespero. Ouvi um ruído, e o armário, em que a corda direita era presa, se mexeu pra frente. Foram talvez nem um centímetro, mas bastou para o gato levar um susto danado. Ele pulou na mesa desajeitado, tocou no aparelho e desapareceu com um grito, como se tivesse levado um choque no aparelho. Morta de cansaço pendurei nas alças, não ganhei nada a não ser um centímetro tensão a menos para o pé. Aí chegou o próximo eletrochoque tão forte que nem consegui respirar por muito tempo. Os olhos se encheram de água, não vi nada. Pisquei, piquei, tentei respirar, mas já veio o próximo choque. Quando afinalmente consegui levantar o véu das lágrimas e olhar, vi que a posição da roda no aparelho foi mudada. Pareceu que o gato tocou na roda, e por isso os eletrochoques saíram ainda mais fortes do que os meninos maldosos tinham determinado para uma puta, que era um brinquedo de ludíbrio e zombaria para eles. Gritei no meu desespero, chorei, mas consegui formar grito nenhum, porque a mordaça ficava tão fundo na minha garganta e estrangulou meu aparelho fonético. Os choques abalavam meu corpo tanto, que pensei iria morrer, se continuasse assim por mais tempo. Me lembrei, que iria morrer sem ser filha de Deus, sem conhecer Jesus, provavelmente indo para um lugar, onde seria tratada desse jeito para sempre. Se o inferno existe... aaiii!!! Outro choque elétrico explodiu em meu corpo, minha vagina e e meu cuzinho se contraíram dolorosamente, como em câimbra, e demorou até se soltaram. Meu Deus, pensei, se tu existes, me ajuda ! Pensei, se Deus poderia existir. Se ele existe, me tivesse liberado bem antes, pensei. Mas, ao outro lado, por que iria me ajudar, já que eu não queria nada dele? Outro choque abalou meu corpo, e não consegui mais enxergar nada pelo véu das lágrimas e dores. Pensei, como eu era ruim, não querendo nada dele. Se ele existisse, seria a coisa mais importante e poderosa do mundo, e por isso seria necessário buscá-lo seriamente para saber, se ele existe. Assim como algumas crianças, que foram sequestrados como bebês, buscam seus verdadeiros pais e querem saber, se eles vivem e como eles são.  
Agora iria morrer com toda essa maldade minha, prestes a fazer um assassino, e iria pra inferno. Outro relâmpago de dores abalou meu corpo torturado, e no meu dessa agonia clamei a Deus e gritei em pensamento: Meu Deus, me perdoe que fui tão ruim, me perdoe que não te busquei, sei que agora é tarde demais para mudar a vida, vou morrer e ir para o inferno, mas vou contar lá a verdade, que o Senhor é bom e eu não o busquei e sou ruim, e por isso estou merecidamente no inferno.

Outro choque elétrico me fez estrebuchar como um boneco cheio de ar em frente de postos de gasolina. Meu Deus, me perdoe e aceita para eu possa ser a sua filha pelo menos pelos últimos minutos da minha vida, e permita que possa falar de te pelo menos no inferno. Sou tão ruim, Deus, mas me deixa ser a sua filha pelo menos por um minuto.


Chorei mudo, as lágrimas correndo e refleti sobre como eu era ruim. Quantas vezes minha tia e outros me convidaram para igrejas. Muitos colegas da minha escola me convidaram, mas eu nunca queria. Pensei só em me divertir no internet, com brincadeiras, em comer, beber, beleza e outras coisas, mas nunca em Deus. Me aceita pelo menos por um minuto, para eu te sentir, Pai, quero te conhecer pelo menos antes de ir ao inferno. Pendurei toda exausta nas cordas, pairando no ar, e de repente senti, que estive leve. Meu corpo doeu tanto, que nem percebi os detalhes, mas me parecia, que alguém me segurou. Será que um irmão acordou e queria transar comigo? Quem sabe, me tiraria daqui e levaria para a cama? Mas não senti as mãos deles, era uma pessoa totalmente meiga, gostosa e infinitamente suave. Será que a loirinha voltou? Mas não senti os peitos dela, que já eram bem desenvolvidos. E ela não me beijou, mas só me segurou. “Loirinha”, falei, mas me lembrei que não podia falar. Esperei cheia de medo o próximo choque elétrico, só consolado pelo abraço tão gostoso. Estranhei, que o choque não veio. Será que ela desligou o aparelho? Só podia ser. Tentei abrir os olhos e pisquei para enxergar, mas não consegui ver nada. As luzes do aparelho tinham iluminado o cômodo provisoriamente, mas todas as luzes eram desligadas. Será que alguém puxou a tomada, ou será que virei cega? 
Quanto mais demorou, mais senti que não era uma pessoa, que me segurava, já que ficou completamente imóvel por horas. Será que eu já era morta e por isso não senti mais peso? Era tão gostoso, e comecei a orar, agradecendo a Deus por ter me ajudado. Reconheci que sou ruim e não sabia nada de Deus, mas disse que queria conhecer o amor dele, queria servir a ele, e, se ele aceitasse uma puta suja e ruim, queria entregar-me a mim mesma a ele, para ser sua filha, ou melhor, sua escrava, porque certamente ele não queria uma puta e assassina como filha. Senti como o abraço ficou mais forte. Poderia ser uma pessoa, mas só Deus podia entender meus pensamentos e revidar com um apertão. Será que Deus estava presente? Comecei a cochilar e adormeceu gostosamente nos braços de Deus, toda feliz, sonhando que fosse ainda uma criança pequena, indo de vez em quando para a escola dominical...fui tão feliz nessa época, muito pobre, mas tão feliz...

Acordei com um golpe forte, que abalou meu corpo. O próximo eletrochoque ! Agonizei, e quando consegui organizar a minha cabeça pensei: Será que sonhei? Passou só um minuto, que sonhei, e agora vem o próximo choque? Já ouvi alguém falar, que a gente às vezes sonha muita coisa e acha, que passaram horas, mas que na verdade passam só segundos. Abri os olhos e vi as luzes desse aparelho digno de todo meu ódio. Mas nem achei logo o sentimento de ódio, era escondido fundo na minha alma como não ser usado por muito tempo. Esperei o próximo choque em meiguice e submissão, como o aparelho fosse meu cafetão que é meu dono e tem o direito de me tratar assim como ele quer. 
Estranhei esses pensamentos. Não queria matá-los? De onde veio esse caráter dócil e conformado? Não sabia, mas o próximo choque me fez tremer novamente. Abri novamente os olhos a custo e vi que o relógio do aparelho mostrou cinco horas da manhã. Eu dormi, então, por muitas horas. Mas porque os choques não me acordaram antes? E meu corpo não doía assim como um corpo dói, que pendura a noite toda como uma mosca na teia da aranha. Enigmas e mistérios, mas não pude refletir mais, porque o próximo choque elétrico me bateu. Será que foi Deus? Será que ele desligou o aparelho? Mas por que ele foi embora, e por que ele ligou o aparelho de novo? Para ninguém reparar o que ele fez? Poderia ter esperado por mais tempo, pelo menos. Não sabia, o que pensar, mas senti uma alegria tão grande, que comecei a cantar um hino, que aprendi na escolinha. Não saiu tom nenhum, só cantarolei-o na minha mente, mas me deu um consolo grande. Parecia-me até que os choques eram menores, mas o aparelho estava na posição como depois do salto e da fuga do gato.
Às seis horas apareciam os quatro meninos, bem mal humorados, porque ao que falavam teve um apagão no bairro todo, na noite, e os ventiladores no quarto paravam e eles foram mordidos por muitos pernilongos. Estranhei a notícia. Será, que foi tudo só coincidência? Ou será que Deus causou o acidente para me salvar. Mas não seria mais fácil para Deus, colocar um defeito só no aparelho em vez de apagar a luz num bairro todo? E porque os meninos reclamaram tanto de muitos pernilongos, se eu não fui molestada nem um pouco pelos bichos? Para esquecer a noite e acordarem melhor, os meninos me beliscavam, zombavam, mas depois soltavam os grampos e me mandaram tomar banho e me vestir pra escola. Mas minhas pernas não me seguraram e caí no chão. “Não precisa se ajoelhar, puta”, falaram.

“Ela quer nós agradecer pela educação”, falou outro.
“Para uma puta era certamente uma noite gostosa e divertida. Fala puta, vc quer agradecer a gente? Gostou da noite?” Não podia falar, mas fiz de sim com a cabeça para agradar a eles. De repente senti um fluido quente caindo por cima de minhas costas e cabeça. Quando me virei com dificuldades por causa das dores, vi que um menino mijou em mim. Fiquei agachada no chão, mas um menino me agarrou pelo cabelos e gritou: “Sua porca! Toda suja de mijo. Fedorenta que nem cadela sarnenta. Lambe essa sujeira, que vc fez.” Ele apertou e esfregou minha face no mijo e me forçou para lamber o mijo e limpar o chão com a língua.


 

Um menino estava puxando o plugue anal, aquela pera de metal, mas outro falou: “Deixa por enquanto, ela poderia cagar no chão, se vc tirá-lo de repente. Ela mesma pode tira-lo no chuveiro.”
“Que pena, queria ver como esse troço sai de um cu de uma puta suja dessa laia. Deve ser muito nojento.”
“Mas para uma puta é um enfeite. Não acha que fica mais bonita com esse negócio na bunda?” Todos riram, e zombando de mim combinaram que eu deveria ir pra escola com esse plugue anal enfiado, e de saia. Na minha escola saia é oficialmente proibida, mas as meninas não respeitam muito essa regra. Mas a pera teve o cabo, que pendura para baixo e termina com o plugue, como um rabo de um animal. Eles me mandaram andar e riram demais. Vesti a uniforme, mas com saia, e eles tentaram enrolar o cabo na minha cintura ou passá-lo como um fio dental entre as pernas, mas não conseguiram escondê-lo. Discutiram entre si, e de repente um menino tirou de uma cadeira de madeira o ponto mais alto: “Olhem esse, não é um enfeite como feito para um cuzinho de uma puta, muito apropriado para encaixar nessa piranha.”
Enfiavam a madeira, e meu cuzinho se fechou no lugar mais estreito dele, deixando dois anéis de madeira e o tarugo para fora. Um menino trouxe uma fita azul, quase na cor de minha saia, e fixo-a no tarugo. Quando andei na rua, ninguém desconfiava, pareciam fitas que fazem parte da saia; mas os meninos se divertiram muito. Dois meninos frequentavam a minha escola e me levaram para ela, mas já no caminho eles contaram o segredo a amigos, sobretudo aos mais velhos, para se fizerem de importante. Assim fui flanqueada por um claque de fãs, que, mal chegada na escola, me levaram para o banheiro para me investigarem e estuprarem. Todo o tempo não falei nada, mas senti uma paz e nem estava aí. Mas uma coisa reparei: Meu corpo era bonito como o de um anjo, e sem lesões, embora que fui açoitada até o sangue há dois dias. Onde estavam as marcas? Sumiram milagrosamente nessa noite misteriosa. Já que à tarde não teve clientes me mandaram para a rodovia do sol para arranjar trabalho. O trabalho é leve, as meninas ficam perto da praia, em um ambiente gostoso, mostrando barriga, e os homens às vezes já estão de espera, porque não tem tantas meninas para tanta demanda. Assim nunca preciso de esperar muito.



Meu terceiro cliente parecia rico, teve um carro grande, mas estava com pressa. Disse que teria que ir para Guarapari e pediu para eu o atender no carro, enquanto continuava dirigindo para não perder tempo. Me curvei para ele, abri a calça dele e chupei. Chupei tão bem, que ele se entusiasmo e disse: “Vc é a puta mais gostosa que conhece.” Entusiasmado ele quis transar também e parou perto da Ponta de Fruta. Levou-me pro mato. Fez de tudo comigo, e pensei que iria ganhar um bom dinheiro, já que ele nem perguntou pelo preço antes esperei na generosidade depois. Depois de ter me comido foi para uma arvore para mijar. Eu limpei-me e aproveitei para mijar também. Quando limpei minha bucetinha, ele fechou o carro e foi embora. Gente, que decepção. Ainda por cima tive que dar um jeito para voltar. Andei a pé, mas para menina em roupa curta é fácil ganhar carona, e assim um homem me levou até a Terra vermelha. Dei um beijo de língua para agradecer a carona e sai. Andei mais um pouco, e reparei como estava cansada. Vi uma igreja e teve a ideia de entrar para me sentar, mas rejeitei-a logo, porque houve um culto, e as pessoas iriam estranhar-me com minhas roupas curtas. Não eram roupas típicas de prostitutas, porque a prostituição de menores na Rodovia do Sol é proibida, e nós meninas não queremos chamar a atenção da polícia para não por em risco a liberdade de nossos clientes. Mas mesmo assim seriam roupas inadequadas para a igreja. Mas o recepcionista já me viu e perguntou: “Quer adorar e louvar a Jesus, moça?”
“Por mais que queria, mas não trouxe roupa.”
“Deus ama vc, menina, e quer falar com seu coração. Não importam as roupas, importa que vc lhe dá o seu coração.” Ele me colocou o braço e me empurrou por dentro da igreja. Vi alguns adolescentes com roupas inadequadas, logo me senti um pouco melhor.
“Quem foi?” gritou o pregador. “Quem? Quem foi o malfeitor, o criminoso, o assassino que matou a Jesus?” E depois de uma pausa, cheia de gritos e gemidos, ele mesmo respondeu: “Foi vc, meu irmão. Com seus pecados. Jesus teve que morrer por causa de seus pecados.” “É verdade,” gritaram muitos. “Tem assassinos, que já mataram pessoas. Tem, por acaso, um assassino aqui presente para dar testemunho?” Ninguém se mexeu. “Eu vejo um assassino, não dois, mais... pera ai, a igreja está cheia de assassinos. Jesus disse: quem já pensou mal de seu próximo, xingou-o, ou, quem sabe, já teve a vontade de realmente matá-lo, é uma assassino, igual aos, que imprudentemente colocaram seus planos em prática. Para Deus não tem diferença, vc é um assassino diante dele. E quem já cometeu outros pecados, é igualmente um criminoso diante de Deus. Não importa se vc é prostituta ou adúltero ou somente fofoqueiro ou engana seus clientes no comércio ou trata seus próximos sem amor ou não ajuda ao seus próximos: isso é tudo igual: crime hediondo, que merece só um castigo, a morte. Mas vc já morreu, morreu em Cristo, e assim foi pago o castigo.”
De repente vi tudo mais claro. Eu era realmente uma assassina, mas Jesus me ama e quer me salvar, assim como ele amou o assassino Davi, o assassino Paulo, e muitos outros malfeitores. Quando eu estava pronta para assassinar, mandou a loirinha para me impedir. Mas o diabo também tem poder, e ele mandou os moleques e o gato para me matarem ou levarem pelo menos ao desespero. Deus cruzou esses planos, me segurando e fazendo um apagão. Deus faz os seus milagres sempre ou quase sempre assim, que parecem  ocorrências normais, e só quem está por dentro percebe o milagroso nisso. Outros não vão imaginar nunca, que Deus causou o apagão, porque quis salvar uma puta.
Também não devemos pensar que Deus puxa os cabos ou entra em computadores, mas ele sabe, o que os homens fazem e precisa só coordenar certas coisas. Claro que os homens começaram logo a consertar a rede elétrica, e Deus deixou, porque seria também muito ruim manter o bairro sem eletricidade, quando todos tem que sair da casa e tem que comer e tomar banho. Se Deus tivesse prolongado o apagão com milagres, a polícia ou outros poderiam reparar manipulações misteriosas, e isso Deus não deixa acontecer, porque ele quer como seguidores e filhos aqueles que confiam, e não aqueles que não gostam de Deus, mas se curvam ao poder maior vendo milagres impressionantes.

Aneis de gado ajudam para conduzir e prender a prostituta, e

  o anel encravado na carne dela faz com que ela se sinta escrava

  e ligada com o dono (compare a função dos aneis de casamento.)

 

Mas o diabo não deixa de me perseguir, porque ele não quer que eu vire cristã. Tenho que pedir mais ajuda de Deus e lhe entregar toda a minha vida.
“Submisso como um cordeiro, sim!” gritou o pregador e todos gritaram com ele. “Sejamos como ele, totalmente submissos a Deus.”
Sim, pensei, quero ser totalmente submissa a Deus, me ajuda nisso, Senhor Jesus.

Devo submissão ao meu superior, sendo ele bom

ou mal. Se meu cafetão me bate e explora sem dó,

mesmo assim devo obedecer em tudo e amá-lo.

“Mas a submissão não se presta somente diretamente a Deus, mas também às autoridades. Se a presidente do Brasil ordenar algo, a gente obedece. Não porque ela é uma pessoa boa, mas porque Deus lhe deu o poder. Obedecendo nós honramos a Deus. O mesmo vale para crianças em relação aos pais e professores, funcionários e operários em relação aos chefes, crentes em relação ao pastor e os líderes, e até escravos em relação aos donos. Mas o que seria, se a gente morasse em uma região governada por ditadores cruéis, governos militares, traficantes ou outra gente, que usurpou o poder à força?

Serei submissa, mesmo se alguém me maltratar.

Pois é, mas isso era a situação na época de Jesus: imperadores romanos safados e cruéis usurparam o poder à força, mas mesmo assim Jesus ensinou a obedecer às autoridades, porque quem ama a Deus, obedece às autoridades em obediência a Deus. O mesmo seria, se vc é 
esposa e seu marido é um marido mal, injusto e violento: se vc é uma esposa realmente evangélica, vc vai aguentar, vc vai obedecer, vc vai amá-lo, vc vai ser sempre meiga e submissa, mas vc vai orar a Deus para ele mudar o seu marido. E quem sabe, justamente por seu comportamento tão exemplar vc vai ganhar a alma de seu marido para Cristo e depois ter uma vida muito melhor com um marido evangélico e justo. Claro, que a igreja tem que falar também para um marido injusto, que não pode atuar assim, mas se o marido não é cristão e não frequenta a igreja, a chave para a alma dele está no comportamento absolutamente submissa e dócil da esposa.
Essa era também a situação dos escravos nessa época. Mesmo se o dono é injusto ou cruel, eles têm que obedecer. Também eles têm a chance de ganhar a alma de seu amo pela conduta educada e obediente. E tudo isso vai ser fácil para um cristão renascido, porque ele ama até seus inimigos. Se um dono açoita seu escravo, ele não vai odiar o dono, estar cheio de vingança e pensa até em matá-lo? Seria normal, mas só para gente do mundo. O cristão ama seu inimigo, e se um dono ruim açoita seu escravo, ele é o inimigo, e o escravo vai amá-lo e um dia ele vai ganhá-lo com sua conduta submissa para Jesus.” Todos começaram a gritar aleluia, amém e gritos ininteligíveis, e eu mergulhei em meus próprios pensamentos. Orei para Deus me aceitar e me dar forças para ser tão submissa e obediente. Fiquei sentada por muito tempo sem ouvir os outros, mas quando ouvi o louvor “Ao Rei dos Reis entrego todo o meu ser” me levantei e comecei a cantar.
Na saída da igreja encontrei o pastor, que me cumprimentou. Eu disse: “O senhor falou da submissão dos escravos. Eu sou uma escrava.” O pastor olhou, analisou meu rosto, minhas roupas e evidentemente não sabia por que eu falei assim. Afinal de contas chegou a conclusão, que foi uma piada e riu e falou: “Muito bem, minha filha, então seja sempre boazinha, submissa e obediente em tudo.”
“Mas o senhor tem certeza, que Deus me ama?”
“Não te conheço e queria muito falar mais com vc; - volta amanhã para o nosso culto. Mas tenho certeza absoluta que Jesus te ama.”


 

 

 

 

 

Quando cheguei em casa não falei pretextos ou mentiras para explicar, que cheguei tarde e com pouco dinheiro. Me ajoelhei em frente de meu dono e falei: “Sou um escrava inútil e incompetente. Não consegui receber o dinheiro de um cliente, e ele me abandonou no mato além da Ponta da Fruta. Peço perdão e um castigo que me ensina e ajuda virar um puta cada vez melhor e gostosa, e absolutamente obediente.”
O rapaz murmurou algo quase impercebível, e puxou a minha cabeça em direção a seu colo. Abri obedientemente as calças e chupei. Pensei, que agora amava-o e honrava-o como meu dono e superior, porque Jesus me ama. Queria aprender esse amor supremo e tentei de tudo para fazer senti-lo que mudei. Um dia ele iria saber, que foi obra de Deus, e talvez virasse cristão.
Ele enfiou fundo em minha garganta. Fui treinada muito com a mordaça-pênis, mas mesmo assim não aguento um pau entrar na minha garganta, porque ele se mexe e soca e solta o reflexo de vomitar, e corro risco de sufocar-me. Será que foi minha falta de submissão, o ódio que tive dessa mordaça, que fez que não aprendi melhor? Senti as minhas imperfeições e orei a Deus para me ajudar para não sufocar, mas ser submissa e conseguir deixar entrar o pau em minha garganta. Parece que meu dono gosto muito de minhas chupadas, pelo menos era sem fôlego, quando retirou seu pau, e ofegou: “Vc quer ser minha puta por toda a sua vida?”
“Sim, senhor, quero ser a sua puta.”
“Fala: eu sou sua puta.”
“Eu sou sua puta.”
“Adoro ser a sua puta.”
“Adoro ser a sua puta.”
“Vou sempre obedecer em tudo.”
“Vou sempre obedecer em tudo.”
“Vem cá, puta, me mostra como vc me ama.” Ele me jogou no chão e me estuprou. Ele ofegou, suou, transou, e me encheu duas vezes com porra. Depois ele continuou ficar deitado em mim, o pau na minha bucetinha relaxando aos poucos. “Vc é minha escrava, puta. Vc gosta de ser a minha escrava?”
“Sim, vou sempre ser uma escrava boa.”
“Vc gosta de minha educação, dos castigo

s?”
“Sou só uma puta e não sei nada de educação. Mas vejo que me falta muito para poder ser uma puta perfeita. Por isso peço que me eduque assim como é necessário e bom para mim, para eu virar sua puta submissa e gostosa.”
Ele começou a ficar duro de novo: “Então vc gosta também ser açoitada?”
“Gosto, porque confio no senhor, e só o senhor sabe o que é bom para sua puta.”
“Então vc pede para ser açoitada com toda a força, até sangrar?”
“Meu senhor, adoro ser açoitada pelo meu dono, porque assim me sinto a sua puta e escrava, sua propriedade. Sei que é uma honra ser educada e adestrada pela mão de meu dono. Mas sei também, que tenho que ser bonita e gostosa para o meu dono e para os meus clientes, para poder sucesso e fazer o senhor rico e feliz. Por isso sei que não pode exigir ser açoitada todos os dias, porque destruiria a minha pele. Mas peço ao senhor, que me açoite sempre, quando possível, para eu virar sua puta totalmente submissa.”
Ele já estava duro de novo, começou a socar em minha buceta e se esvaziou uma terceira vez entre as minhas coxas lisas, quentes e escancaradamente abertas. Na noite dormi na cama dele, e fiquei toda confusa na minha cabeça. Tinha falado todas essas palavras para testar o efeito, e para ver se eu conseguiria falar assim. Imaginei que Deus queria esse tipo de submissão de mim, mas nem tive certeza disso. Queria fazer um teste, mas reparei, que eu fui feliz ter falado assim, ter me entregado como puta e escrava, me oferecida para servir as ele sempre e ser açoitada. Normalmente teria falado assim por obrigação, mas com uma raiva danada na barriga. Agora não senti raiva, mas satisfação, até um sentimento caloroso como se fosse um certo amor por meu cafetão. Será que isso já era a resposta e ajuda de Deus aos meus pedidos? A transformação de meu ser? Estranho que ele não me castigou, nem perguntou ainda pelo dinheiro, tive que entregá-lo a ele no outro dia, antes de sair para trabalhar.
Mas também o diabo não deixou por menos, queria impedir de qualquer forma que eu virasse crente. No outro dia o gato preto ou outro animal deve ter subido no telhado, e a minha seringa e os pertencentes caíram da viga, onde os escondi, quase caindo na frente de meu cafetão. Quando voltei na noite, trouxe uma soma recorde comigo: R$ 1800. Tive dois clientes marcados à tarde e consegui mais quatro na praia, mas todos homens exigentes, que pagavam bem. Ganhei a fortuna quase de graça, porque quatro homens, que eram já mais de idade, pediram para eu sentar na face deles e eles me chupavam até eu gozar na boca deles. Foi muito divertido e gostoso para mim, e mesmo assim me pagaram tão bem. Por isso fui muito feliz e me ajoelhei e entreguei a dádiva ao meu cafetão. Mas recebi tapas no rosto, que me jogavam no chão. Me mostravam a seringa. Meu cafetão pensou no inicio, que seria dos moleques, mas eles negaram, e quando eles investigaram os apetrechos, já reparavam que eram minhas; até encontraram um papelzinho com telefones que eu anotei. Queriam saber, o que eu queria com a heroína. Embora que agora quis ser uma evangélica não tive a couragem de contar a verdade. Mas não adiantou que disse que era muito desesperada depois de os meninos me torturaram e queria atordoar minha magoa. Eles abriram as minhas pernas e beliscaram e puxaram meu grelinho até que a verdade chegasse à luz. A única manipulação que consegui foi, quando já tinha confessado que queria matar com a heroína, que falei que queria matar os dois moleques, porque eles me torturaram sem medida. Como castigo meu dono falou, que desde agora os moleques seriam meus superiores assim como ele e o irmão, com plenos poderes, que poderiam fazer comigo, o que quiserem. Mandou para eu me ajoelhar e pedir a eles para me aceitarem como puta e escrava, assim como eu pedi a ele na outra noite. Depois tive que pedir para eles me educarem e castigarem sempre para ajudarem eu virar uma puta boa, e depois tive que pedir a eles para ser pendurada nas cordas, que penduravam do teto, e açoitada sem dó. Todos os pedidos tive que fazer nua e de joelhos. Depois de eu pedir muito, aceitaram minha solicitação de ser açoitada, desde que eu mesma busque o açoite. Embora que eram só dez metros, me parecia o caminho mais longo de minha vida. E o açoite me parecia tão pesado, impossível para uma menina carregar. Levei-o a custo e ofereci-o para os moleques. Eles falaram: “Lambe o açoite para ela estalar e doer mais, sem estragar mais a pele.”
Quando lambei a cauda do chicote, eles mudaram da ideia e me mandaram molhá-la com a bucetinha. Mas não estava molhada, e não consegui, por mais que queria, porque fui tensa de medo. “Vamos ajudar a ela. Vamos bater na xaninha até sair um molho”, falaram e abriram novamente minhas pernas. Batiam até fiquei toda escorregadia de suor e seiva da xaninha torturada. Tive que passar a cauda do chicote na fenda entre as minhas pernas, até ela ficou brilhando pelo líquido. Então me levaram para o outro quarto, fixaram minhas 

mãos no alto e me açoitaram. Depois de um tempo os dois irmãos saíram, e os moleques continuaram. Eles fixaram logo as cordas laterais nos meus pés para brincar comigo de mosca na teia de aranha, como eles falaram. Ligaram de celular, e depois de pouco um dos moleques da minha escola, que já me torturou e abusou desse jeito outra vez, apareceu, e ele trouxe dois amigos, rapazes de minha escola. Um deles foi um negão de 17 anos, e ele trouxe a sua namorada, uma negona bonita e peituda de 16 anos. Todos, inclusive a negona, me açoitaram, e fizeram isso como se fosse um esporte muito divertido e gostoso. Gritei e uivei, mas logo eles me passaram a famigerada mordaça-pênis de borracha, e viraram o parafuso aos poucos até o máximo. Quando ficaram exaustos, buscaram os petrechos para eletrochoques. Meu grelinho e meus mamilos já foram feridos pelos muito açoites, e quase explodi de dores, quando colocaram os grampos tipo crocodilo nesse pontos sensíveis. Enfiaram a pera com força no meu cuzinho, ligaram os cabos e finalmente ligaram o aparelho. Dancei na agonia, enquanto eles testaram o aparelho para achar a voltagem certa, e quando acharam o mesmo grau com de outra vez, decidiram de aumentar um pouco mais, porque eu deveria me acostumar aos poucos a maiores voltagens. Me observaram zombando. Depois começaram a chupar chupchup e sorvete, enquanto eu sofria, e de vez em quando me deram uma tapa ou beliscaram o peito, os lábios da bucetinha, a bunda ou o nariz. Quando beliscavam o nariz, fecharam-no e com a mordaça-pênis na boca fiquei completamente sem ar, sofrendo até quase morrer. O negão fumou, e a namorada dele incentivou-o para encostar a ponta em brasa do cigarro no meu grelinho. Dancei e agonizei como uma louca, e todos riram muito. Depois de um tempo o negão ficou tão tenso que não aguentou mais e queria transar com a namorada, mas ela animou-o para queimar mais vezes o meu grelinho, e todos reparavam, que ela se estimulou com meu sofrimento. 
Ela incentivou os moleques para me estuprarem, e quando eles não queriam, provocou o próprio namorado até ele me desafivelou e estuprou com toda a força. A menina, no entanto, beliscou meus peitos e minha bucetinha. Deve ter tido vontade de sentar na minha face ou de mijar em mim, mas não teve coragem na  frente dos moleques.

Depois me colocaram de volta, colocaram os grampos e a pera para o cu e pegaram mais um negócio amarelo com um cabo amarelo. Era um consolador, e o cabo amarelo dele se encaixa no último lugar livre no aparelho. Ele tem vários tipos de movimentos, que podem ser escolhidos no aparelho. A moça li o manual. Teve um programa que se chamou “Escrava apaixonada”. 
Ele foi desenvolvido para submeter mulheres para virarem escravas totalmente submissas e também apaixonadas por seu torturador e dono. Todos riram e falaram: “Eu quero ser o torturador.” Brincando combinaram para cada um colocar um petrecho em mim, os três grampos, a pera e o consolador para a buceta, que é fixado com cordas e uma cinto. 
Depois cada um aumentou a voltagem um pouco, até ela chegar ao ponto certo, e depois todos colocaram o dedo no botão e ligaram juntos o programa. A cada dois e meio minutos aplicou um desses terríveis eletrochoques em mim. Depois de um choque o corpo fica tenso e estarrecido, e mal que se soltam as contrações involuntárias, o consolador começa a vibrar de um jeito muito achegante. 
Com o tempo o consolador vibra e treme cada vez mais forte, e parece que ele também consegue fazer movimentos para dentro e fora, como transar, para socar na buceta da vítima.  Os moleques ficaram para me observarem, zombarem e beliscarem, mas com o tempo cansaram e foram dormir. A negona tivesse gostado de ficar por mais tempo, preferidamente sozinha comigo para aplicar as unhas longas e fortes em minhas partes mais sensíveis, mas o namorado sentiu que era inconveniente ficar sem os moleques. Vamos dormir aqui, ela falou, é já muito tarde pra voltar em casa. Ela queria certamente dar um jeito para depois o namorado adormecer voltar para judiar a mim, mas ele não queria, por mais que ela pediu, e assim eles saíram. Mas mesmo assim a noite era um horror sem fim. Esperei, que Deus me ajudasse outra vez, mas não aconteceu. Em vez disso meu corpo caiu em uma mistura de excitação sexual e tortura. Será que Deus me abandonou porque eu menti para o meu dono? Eu deveria ter falado a verdade, que planejei matá-lo, mas que agora sou evangélica e arrependida e peço para ele me castigar e perdoar. Fiquei inconsolada por ter falido nisso, e fiquei horrorizada com a ideia de ter talvez perdido a ajuda de Deus para sempre.
Quando o consolador começou a trabalhar, na minha mente surgiram desejos de ser estuprada e abusada pelos moleques e seus amigos, e imaginei chupar a buceta da negona. Mas mal começado a mergulhar nesse sonho, que me aliviou aguentar as dores, o consolador parava e recebia um eletrochoque danado que me destruía. Dessa maneira sofri a noite toda, até que na manhã os moleques me liberaram. Cai no chão e quis pedi para poder ser também a escrava e puta obediente deles, mas por causa da mordaça nem consegui falar, e meus sinais ninguém entendeu. Quando, porém, tiravam a mordaça, me joguei de novo no chão e pediu para poder ser a escrava e puta deles.

Na escola eles contaram do sucesso aos dois amigos, e eles se arrependeram por não ter ficado aí até a manhã. Me levaram para eles, para eu também dizer a eles, que queria ser a puta deles, mas não era o mesmo efeito num escola, do que quando a menina deita nua no chão. Na próxima noite pernoitei em casa de um cliente, que me alugou pela noite toda, e só no fim de semana os moleques conseguiram repetir o programa “Escrava apaixonada”. 
A negona foi novamente junto, e desta vez eles ficaram presentes até duas horas da noite, olhando televisão, bebendo, comendo e me observando, beliscando, zombando e judiando, enquanto o programa já estava em andamento. A negona trouxe uma torta e fez de tudo para agradar a todos, mas também para incentivar os outros para torturar-me mais. Quando todos eram cansados, ela quis ainda ficar um pouco, mas o negão a levou consigo. Uma ou duas horas depois ela voltou e me infernizou totalmente a noite com as perversidades dela. Cedo da manhã ela se despediu subindo à mesa, que colocou ao lado de mim, e mijando em mim. O próximo eletrochoque era muito mais forte, porque água ou xixi aumenta o efeito, e quando ela foi embora, sofri incrivelmente até o mijo na pele secar. Teve que sofrer até às nove da manhã, porque todos dormiram e acordaram tarde. Na minha mente virei uma escrava e puta pisada e humilhada, e quando me liberaram caí no chão em meio do poço de mijo e pedi a todos para me aceitarem como puta e escrava. Já que não teve escola, pude provar minha submissão chupando os outros durante o café da manhã, ajoelhada em baixo da mesa. Depois meu dono apareceu, e eles contaram, que eu teria mijado no chão. Ninguém sabia, que era a negona, e eu fiquei calada. Meu dono disse, que iria me castigar como ninguém imagina.

Dois dias depois ele chegou com um amigo, que parecia um cafetão bem típico. Ele teve um carro espalhafatoso, chegou com uma loirinha artificial, com peitos enormes e salto gigantesco tão alto, que quase pendurou no braço dele, e com dois cachorros pretos enormes. Eles me cumprimentaram curiosos, cheirando muito a minha buceta e todos riram. Aí meu cafetão mandou para eu me desvestir e ficar de quatro. Os cachorros começaram a cheirar minha buceta e cuzinho, cutucar as minhas partes com os narizes e a lambê-las. Depois o dono deles deu um comando e um deles subiu em mim. Falei: “Meu senhor, eu sou a sua escrava e puta, faça comigo o que quiser, mas isso é um pecado grave, eu não posso fazer isso.” Todos riram. O cachorro começou a empurrar e eu desviei e me sentei no chão. Todos riram. “Vc é uma cadela, não é? Então comporta se como uma cadela.”
“Não, quero ser submissa e boa, mas quero obedecer também a Deus.”
“Mentira, vc nem está batizada. Fica de quatro, senão vai ter.”
“Não posso”, chorei.
Aí me pegaram, e primeiramente colocaram a mordaça-pênis para não ouvirem mais a minhas reclamações. Depois me amarraram de quatro em cima de um banco sem encosto na garagem. Depois me deram trinta chibatadas na bunda nua, e mandaram os cachorros para me estuprarem. Mais tarde me liberaram e perguntaram se gostei de ser uma cadela. Respondi: “Sou sua escrava e puta, mas isso foi errado.”
“Vc não gostou? Deita no chão e abre as pernas.”
Chorei, porque não quis pecar mais depois de ter mentido e Deus já ficar de raiva comigo. Mas eles gritavam comigo e me deitei e abri as pernas, chorando e implorando para que não chamassem os cachorros. Os dois cafetões pisaram em minhas canelas para fixarem as minhas pernas abertas no chão e mandaram os cachorros me estuprarem. Mais tarde me amarraram de novo no banco na garagem, me enfiaram a mordaça-pênis na garganta, me deram outra vez trinta chibatadas na frente dos animais e me deixaram a noite toda sozinha com os dois cães-estupradores, que me lambiam e estupravam alternadamente. Os joelhos e todo o corpo doíam, a bunda estava em chamas por causa das chibatadas, e eu me perguntei, se Deus me tivesse abandonado. A sensação do primeiro dia acabou, e pensei na possibilidade, que tudo era só coincidência. Será que o apagão não foi coisa de Deus? A sensação que alguém me segurava poderia ter sido uma alucinação por causa de minha fraqueza geral. Os sucessos no trabalho no outro dia não passaram de boa sorte, e o comportamento generoso de meu dono talvez foi só uma reação a minha grande meiguice e submissão. Orei, mas não consegui sentir nada a não ser um fraco consolo, que poderia ter sido uma mera imaginação causada por meus desejos ou lembranças da alucinação com a suposta presença de Deus. Totalmente abalada e prostrada me submeti à maior violência, e quando meu cafetão me mandou abrir as pernas para os cachorros no outro dia, obedeci logo e transei com eles, e depois ele até exigiu de mim chupar os animais. Eu me senti tão suja que nem me importei mais com essa nova humilhação perversa. Os moleques me filmaram, e certamente mostraram para colegas na minha escola, mas nem por isso me importei mais.

Se os colegas sabem, que uma menina é uma puta, aproveitam para fazer com ela o que quiserem.

Na escola sempre mais meninos me olharam de um jeito como se soubessem alguma coisa, e muitos me levaram à força para o banheiro ou uma sala vazia para eu chupar ou ser estuprada. A negona me levou para uma despensa e apresentou o primo dela. Tive que chupá-lo, e ela me beliscou muito. Meu cafetão comprou um dos dois cachorros, e exigiu de mim, que o reconhecesse como superior, assim como os moleques, e que cumprisse todos os desejos dele. Obedeci em tudo. Jesus, orei, o que foi errado? Será que vc me ajudou realmente, ou era tudo nada de que alucinação e imaginação? Se foi verdade, por que me abandonaste? Existe algo, que possa fazer para  ter te de volta? Assim orei.

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